| 1:54 | |
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| No Brasil | 1:54 |
| Em Portugal | 1:54 |
| Canadá 2016 • cor • 106 min | |
| Género | drama |
| Realização | Yan England |
| Produção |
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| Elenco |
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| Música |
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| Cinematografia | Claudine Sauvé |
| Direção de arte | Marie-Claude Gosselin |
| Edição | Philippe Gagnon |
| Companhia produtora | Cinémaginaire |
| Distribuição | Les Films Séville |
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| Idioma | francês |
1:54 é um filme canadense de drama lançado em 2016, dirigido por Yan England, e estrelado por Antoine Olivier Pilon, Lou-Pascal Tremblay e Sophie Nélisse, com participações de David Boutin, Patrice Godin, Robert Naylor e Anthony Therrien. Lançado em 24 de agosto de 2016, o enredo aborda o tema do bullying nas escolas, analisando suas complexidades e impactos sociais.
Aos 16 anos, Tim é um jovem tímido, brilhante e dotado de um talento esportivo natural. Mas na escola, tem sofrido bullying e ameaças incessantes nos últimos cinco anos. Sozinho contra a turma de Jeff, ele encontra conforto com Jennifer, uma colega de classe. Para finalmente superar seu rival, ele se junta a um clube esportivo, com o único objetivo de vencer os 800 metros na competição nacional em 1'54. No entanto, Jeff tem uma carta na manga que ele não está disposto a abrir mão.
O elenco abaixo foi obtido do siteFilms du Québec:
O filme foi destaque durante o Festival de Cinema de Quebeque em 2016, onde recebeu o prêmio de "Melhor Filme Estudantil" e seu protagonista, Antoine Olivier Pilon, foi premiado como "Melhor Ator". Entretanto, o filme recebeu análises variadas por parte da crítica especializada. Jordan Mintzer, crítico da The Hollywood Reporter, elogiou a performance de Pilon e a direção de England, embora tenha observado algumas inconsistências na trama. Continuando na mesma linha de pensamento, Rich Cline, crítico do Shadows on the Wall, avaliou a atuação e a produção cinematográfica como convincentes para cativar a audiência, explorando emoções vívidas e tópicos de relevância com grande ressonância. Contudo, o enredo foi extensivamente criticado por suas inconsistências em relação ao tema. Scott Tobias, da Variety, chegou à conclusão de que o enredo está desvinculado da maneira como os adolescentes reais pensam, agem e se comunicam. Por sua vez, Gary Goldstein, do Los Angeles Times, afirmou que o roteiro e a direção de England nunca se concentram em qualquer lição por tempo suficiente para fazer uma declaração completa ou satisfatória.