ARPA-E

Advanced Research Projects Agency–Energy
(ARPA-E)
Logótipo
TipoAgência governamental
Fundação2007, com início das atividades em 2009
FiliaçãoDepartamento de Energia dos Estados Unidos
DiretorConner Prochaska
Websitearpa-e.energy.gov

A ARPA-E, sigla de Advanced Research Projects Agency–Energy, é uma agência do Departamento de Energia dos Estados Unidos que financia a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias avançadas de energia. Seus objetivos são aumentar a prosperidade econômica e a segurança nacional dos Estados Unidos e melhorar as condições ambientais. A agência costuma financiar projetos de pesquisa de curta duração com potencial para transformar as tecnologias de energia. Seu modelo é inspirado na Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa, a DARPA.

Os diretores de programas da ARPA-E têm mandatos limitados, uma forma de reduzir a burocracia e a parcialidade nas decisões. Conner Prochaska dirige a agência desde setembro de 2025.

História e missão

Criação e legislação

A proposta de criar a ARPA-E surgiu no relatório Rising Above the Gathering Storm: Energizing and Employing America for a Brighter Economic Future, das Academias Nacionais de Ciências, Engenharia e Medicina. O relatório defendia que os Estados Unidos estimulassem a inovação e desenvolvessem formas de produzir energia limpa, acessível e confiável. A agência foi criada em 2007 no Departamento de Energia pela lei America COMPETES, apresentada pelo deputado Bart Gordon, mas ainda sem orçamento. Os primeiros recursos, cerca de US$ 400 milhões, vieram do pacote de estímulo econômico de fevereiro de 2009, a American Recovery and Reinvestment Act.

A reautorização da America COMPETES foi discutida no Congresso em 2010. A lei de reautorização de 2010, sancionada no início de janeiro de 2011, alterou a estrutura da ARPA-E. As disposições sobre a agência estão na seção 16538 do título 42, capítulo 149, subcapítulo XVII, do Código dos Estados Unidos. Essa seção estabelece que a agência deve alcançar seus objetivos por meio de projetos de tecnologia energética que busquem os seguintes resultados.

  1. Encontrar e estimular avanços revolucionários nas ciências básicas e aplicadas.
  2. Transformar descobertas científicas e invenções de ponta em inovações tecnológicas.
  3. Acelerar avanços tecnológicos transformadores em áreas nas quais a indústria dificilmente investiria sozinha, devido às incertezas técnicas e financeiras.

Missão

Assim como a DARPA faz com a tecnologia militar, a ARPA-E financia pesquisas de alto risco e com grande potencial de retorno em laboratórios governamentais, empresas privadas e universidades, que talvez não fossem realizadas sem esse apoio. A agência tem quatro objetivos.

  1. Renovar o entusiasmo pela pesquisa em energia e dar a ela um propósito capaz de atrair os pesquisadores mais talentosos dos Estados Unidos.
  2. Concentrar o apoio em pesquisas criativas, capazes de transformar as tecnologias de energia, que a indústria não pode ou não quer financiar devido ao alto risco, apesar do grande potencial de retorno.
  3. Adotar uma estrutura semelhante à da ARPA, enxuta, ágil e com poucos níveis hierárquicos, capaz de manter por longos períodos os projetos que conservem seu potencial e encerrar gradualmente os programas cujos resultados fiquem aquém do esperado.
  4. Criar um instrumento para aproximar a pesquisa básica em energia do desenvolvimento tecnológico e da inovação industrial.

Início das atividades

A ARPA-E foi criada pela lei America COMPETES, sancionada pelo presidente George W. Bush em agosto de 2007. O presidente Barack Obama anunciou o início das atividades da agência em 27 de abril de 2009, ao apresentar investimentos federais em pesquisa e desenvolvimento e no ensino de ciências. Pouco depois, a ARPA-E lançou seu primeiro edital de financiamento, com um total de US$ 151 milhões e valores entre US$ 500 mil e US$ 9 milhões por projeto. Os candidatos apresentaram propostas preliminares de oito páginas com a concepção técnica do projeto. Parte deles recebeu um convite para apresentar propostas completas.

Arun Majumdar, ex-diretor adjunto do Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, foi indicado para ser o primeiro diretor da ARPA-E em setembro de 2009, mais de seis meses após a liberação dos primeiros recursos para a agência. O secretário de Energia dos Estados Unidos, Steven Chu, presidiu o primeiro encontro de inovação em energia da ARPA-E, realizado de 1 a 3 de março de 2010 em Washington, D.C.

Cronologia

12 de outubro de 2005

As Academias Nacionais divulgaram a versão preliminar de Rising Above the Gathering Storm, que propunha a criação da ARPA-E.

9 de agosto de 2007

O presidente George W. Bush sancionou a lei America COMPETES, que incorporou recomendações do relatório das Academias Nacionais e criou a ARPA-E.

27 de abril de 2009

O presidente Barack Obama anunciou o início das atividades da ARPA-E, com US$ 400 milhões destinados à agência pela American Recovery and Reinvestment Act de 2009.

18 de setembro de 2009

Barack Obama anunciou a indicação de Arun Majumdar para dirigir a ARPA-E.

22 de outubro de 2009

O Senado confirmou Arun Majumdar como primeiro diretor da agência.

26 de outubro de 2009

O Departamento de Energia destinou US$ 151 milhões do pacote de recuperação econômica a 37 projetos de pesquisa em energia selecionados no primeiro edital da ARPA-E.

7 de dezembro de 2009

Steven Chu anunciou a segunda rodada de financiamento da ARPA-E, nas áreas de biocombustíveis produzidos a partir de eletricidade, pelo programa Electrofuels, de materiais e processos inovadores para tecnologias avançadas de captura de carbono, pelo IMPACCT, e de baterias para armazenamento de energia elétrica nos transportes, pelo BEEST.

1 a 3 de março de 2010

A ARPA-E realizou o primeiro Energy Innovation Summit, encontro de inovação em energia que reuniu mais de 1.700 participantes.

2 de março de 2010

Steven Chu anunciou a terceira rodada de financiamento, com os programas GRIDS, para armazenamento de energia em escala de rede, ADEPT, para tecnologias de conversão e fornecimento de energia elétrica, e BEET-IT, para eficiência energética em edifícios por meio de dispositivos térmicos inovadores.

29 de abril de 2010

O vice-presidente Joe Biden anunciou os 37 projetos selecionados na segunda rodada de financiamento.

12 de julho de 2010

O Departamento de Energia anunciou US$ 92 milhões para 43 projetos de pesquisa da terceira rodada de financiamento.

8 de dezembro de 2014

O Senado confirmou Ellen Williams como diretora da ARPA-E.

28 de junho de 2019

O Senado confirmou Lane Genatowski como diretor da agência.

22 de dezembro de 2022

O Senado confirmou Evelyn Wang como diretora da ARPA-E.

18 de setembro de 2025

O Senado confirmou Conner Prochaska como diretor da agência.

8 de abril de 2026

Durante o encontro de inovação em energia de 2026, a ARPA-E anunciou o compromisso de investir US$ 135 milhões no desenvolvimento e na comercialização de tecnologias de fusão nuclear.

ARPA-E e EERE

A ARPA-E foi criada para financiar projetos de tecnologia energética que transformem descobertas científicas e invenções em inovações tecnológicas e acelerem avanços em áreas de alto risco, nas quais a indústria dificilmente investiria por conta própria. Esse objetivo se aproximava do trabalho do Escritório de Eficiência Energética e Energia Renovável, ou EERE, do Departamento de Energia, que desenvolvia projetos de energia limpa com base em planos tecnológicos já estabelecidos. A ARPA-E também financia tecnologias avançadas em áreas como o gás natural e as redes elétricas. Seu financiamento não se destina a melhorias graduais de tecnologias existentes nem aos planos tecnológicos já adotados por outros programas do Departamento de Energia.

Criação de projetos e processo de avaliação

Os programas da ARPA-E nascem de debates sobre os méritos técnicos e científicos e os desafios das possíveis áreas de pesquisa. Eles precisam atender a dois critérios. O primeiro é o impulso tecnológico, ou seja, o mérito técnico de novas tecnologias que possam ser aplicadas a sistemas de energia. O segundo é a demanda do mercado, que envolve os possíveis efeitos comerciais da tecnologia e sua relação entre custo e benefício.

Criação de projetos

O processo começa com uma análise aprofundada de um problema energético para encontrar temas que possam dar origem a programas. Os diretores de programas organizam encontros técnicos para ouvir especialistas de diferentes áreas sobre tecnologias existentes e em desenvolvimento. Até fevereiro de 2011, a ARPA-E havia organizado ou ajudado a organizar 13 desses encontros.

Após cada encontro, o diretor de programa apresenta uma proposta e justifica sua criação com base em critérios definidos. Em seguida, incorpora as sugestões recebidas e submete o programa à aprovação do diretor da agência. Com a aprovação, a ARPA-E cria o programa e publica um edital de financiamento, ou FOA na sigla em inglês, para receber propostas de projetos.

Avaliação por pares

A avaliação por pares busca aumentar as chances de sucesso dos programas. Durante a análise das propostas, a ARPA-E solicita pareceres de especialistas externos com experiência na área. Os avaliadores examinam as candidaturas ao longo de semanas e depois se reúnem em um comitê de avaliação.

Os candidatos podem ler os comentários dos avaliadores e apresentar uma resposta, que a agência analisa antes de decidir sobre o financiamento. Esse prazo permite esclarecer dúvidas e corrigir mal-entendidos, dando à ARPA-E mais informações para selecionar os projetos.

Financiamento e projetos selecionados

Primeira rodada de financiamento

Em 26 de outubro de 2009, o Departamento de Energia e a ARPA-E destinaram US$ 151 milhões da American Recovery and Reinvestment Act a 37 projetos de pesquisa em energia. Os recursos financiaram tecnologias de energias renováveis, como células solares, turbinas eólicas, perfuração geotérmica, biocombustíveis e cultivos destinados à produção de biomassa energética. Também apoiaram tecnologias de eficiência energética, incluindo eletrônica de potência e conjuntos de motor e gerador para veículos de tecnologia avançada, dispositivos de recuperação de calor residual, vidros inteligentes e sistemas de controle para edifícios inteligentes, diodos emissores de luz, ou LEDs, membranas de osmose inversa para dessalinização da água, catalisadores para decompor a água em hidrogênio e oxigênio, membranas aperfeiçoadas para células a combustível e materiais magnéticos com maior densidade de energia para componentes eletrônicos. Seis projetos receberam recursos para tecnologias de armazenamento de energia, entre elas um supercapacitor, baterias de íons de lítio aperfeiçoadas, baterias de metal-ar que usam líquidos iônicos, baterias de sódio líquido e baterias de metal líquido.

Outros projetos financiados pesquisaram e desenvolveram um biorreator com potencial para produzir gasolina diretamente da luz solar e do dióxido de carbono e uma tecnologia de crescimento de cristais para reduzir o custo dos LEDs.

Segunda rodada de financiamento

O secretário de Energia Steven Chu anunciou a segunda rodada de financiamento da ARPA-E em 7 de dezembro de 2009. A agência recebeu propostas para três programas. O Electrofuels buscava produzir biocombustíveis a partir de eletricidade. O BEEST se dedicava a baterias para armazenamento de energia elétrica nos transportes, e o IMPACCT, a materiais e processos inovadores para tecnologias avançadas de captura de carbono. Em 29 de abril de 2010, o vice-presidente Joe Biden anunciou os 37 projetos selecionados entre mais de 540 propostas preliminares. Os valores por projeto variaram de aproximadamente US$ 500 mil a US$ 6 milhões e foram destinados a laboratórios nacionais, universidades e empresas.

A segunda rodada passou a receber propostas separadas por categoria. Dos projetos selecionados, 14 pertenciam ao IMPACCT, 13 ao Electrofuels e dez ao BEEST. A Escola de Medicina Harvard, por exemplo, apresentou ao Electrofuels o projeto "Desenvolvimento de uma célula a combustível bacteriana reversa", voltado à criação de uma bactéria capaz de converter dióxido de carbono em gasolina. O Instituto de Tecnologia de Massachusetts, ou MIT, recebeu financiamento do BEEST para a proposta "Bateria a combustível semissólida recarregável", que buscava produzir baterias veiculares menores, mais leves e mais baratas. Entre os projetos do IMPACCT estava o "Processo de captura de CO2 com absorventes que mudam de fase", do GE Global Research Center, voltado a um líquido que se solidifica ao entrar em contato com dióxido de carbono.

Terceira rodada de financiamento

Em 2 de março de 2010, durante o primeiro encontro de inovação em energia da ARPA-E, Steven Chu anunciou a terceira rodada de financiamento. As propostas foram novamente organizadas por categoria, com os programas GRIDS, para armazenamento de energia em escala de rede com resposta ajustável, operação intermitente e fornecimento sob demanda, ADEPT, para tecnologias de conversão e fornecimento ágil de energia elétrica, e BEET-IT, para eficiência energética em edifícios por meio de dispositivos térmicos inovadores.

O GRIDS recebeu projetos para ampliar o uso de sistemas de armazenamento de energia economicamente viáveis em escala de rede. O programa abrangia duas áreas. A primeira reunia provas de conceito de componentes de armazenamento para validar novas formas de armazenar eletricidade ainda distantes da aplicação comercial. A segunda envolvia protótipos de sistemas avançados que corrigissem limitações das tecnologias de armazenamento já usadas nas redes.

O ADEPT financiava materiais que permitissem avanços em materiais magnéticos moles, chaves de alta tensão e armazenamento de carga confiável e de alta densidade. O programa abrangia três categorias. A primeira era a de conversores de potência totalmente integrados em chips, com aplicações como circuitos compactos e eficientes para iluminação de estado sólido, microinversores distribuídos para sistemas fotovoltaicos e fontes de alimentação de um único chip para computadores. A segunda reunia conversores de potência integrados em um mesmo encapsulamento, na escala de quilowatts, para aplicações como inversores eficientes e de baixo custo em sistemas fotovoltaicos conectados à rede e motores de velocidade variável. A terceira era a de sistemas leves de conversão de energia de estado sólido e média tensão, destinados a aplicações de alta potência, como subestações elétricas de estado sólido e geradores de turbinas eólicas.

O BEET-IT recebeu propostas de tecnologias de refrigeração e ar-condicionado para edifícios que reduzissem o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa. O programa abrangia sistemas de refrigeração com fluidos de baixo potencial de aquecimento global, sistemas de ar-condicionado para climas quentes e úmidos com maior coeficiente de desempenho, ou COP, e sistemas de ar-condicionado por compressão de vapor para climas quentes, também com maior COP, destinados à recirculação do ar.

Em 12 de julho de 2010, Chu anunciou a seleção de 43 projetos nos programas GRIDS, ADEPT e BEET-IT. Os recursos somaram US$ 92 milhões, com valores de US$ 400 mil a US$ 5 milhões por projeto. Foram selecionados 14 projetos no ADEPT, 17 no BEET-IT e 12 no GRIDS. Entre eles estavam uma "Bateria de fluxo de chumbo-ácido solúvel", do GRIDS, que bombeia substâncias químicas por uma célula da bateria quando há demanda de eletricidade, e "Módulos de potência de carbeto de silício para conversão de energia em escala de rede", do ADEPT, que usa transistores avançados para facilitar o controle e a adaptação da rede elétrica. Outro projeto, "Ciclo de refrigeração por absorção e osmose", do BEET-IT, propunha um sistema de ar-condicionado com água como fluido refrigerante, em substituição aos fluidos convencionais.

Quarta rodada de financiamento

A quarta rodada de financiamento da ARPA-E foi anunciada em 20 de abril de 2011 e abrangeu cinco áreas tecnológicas. O PETRO buscava desenvolver plantas capazes de substituir o petróleo. O HEATS se dedicava ao armazenamento térmico avançado de alta densidade energética, e o REACT, a alternativas às terras-raras em tecnologias essenciais. O GENI tratava da integração de eletricidade de fontes renováveis à rede, e o Solar ADEPT, de tecnologias de conversão e fornecimento ágil de energia elétrica solar.

O PETRO financiava projetos para produzir biocombustíveis com matérias-primas dos Estados Unidos, como tabaco e pinheiros, pela metade do custo então praticado. O REACT apoiava tecnologias em estágio inicial que reduzissem ou eliminassem a dependência de terras-raras, com substitutos para esses materiais em motores de veículos elétricos e geradores eólicos. O HEATS financiava avanços no armazenamento de energia térmica. O GENI se concentrava em programas de computador e equipamentos capazes de controlar a rede elétrica com confiabilidade. O Solar ADEPT recebia projetos que integrassem eletrônica de potência a painéis e usinas solares para captar e fornecer energia com mais eficiência.

Os projetos selecionados foram anunciados em 29 de setembro de 2011. Ao todo, 60 projetos receberam US$ 156 milhões do orçamento da ARPA-E para o exercício de 2011. Entre eles estava uma proposta do PETRO para aumentar a produção de terebintina, um biocombustível líquido de origem vegetal. O projeto "Ímã permanente à base de manganês", do REACT, buscava reduzir o custo de turbinas eólicas e veículos elétricos com um novo compósito de manganês que substituísse os ímãs de terras-raras. O "HybriSol", do HEATS, desenvolvia uma bateria térmica para armazenar energia solar. Um projeto do GENI propunha o controle automatizado, em tempo real, das linhas de transmissão da rede elétrica. Outro desenvolvia componentes eletrônicos leves para conectar painéis fotovoltaicos instalados em paredes ou telhados.

Encontro de inovação em energia

Desde 2010, a ARPA-E organiza o Energy Innovation Summit, encontro de inovação em energia. A décima edição ocorreu de 8 a 10 de julho de 2019 na região de Denver, no Colorado. A 11.ª edição foi realizada pela internet de 24 a 27 de maio de 2021. No encontro de 2026, a agência anunciou investimentos em tecnologias de fusão nuclear, com o compromisso de destinar US$ 135 milhões ao seu desenvolvimento e à sua comercialização.

Resultados

Em maio de 2021, a ARPA-E havia financiado mais de mil projetos desde o início de suas atividades, com aproximadamente US$ 2,6 bilhões em recursos públicos para pesquisa e desenvolvimento. Desses projetos, 177 haviam atraído mais de US$ 4,9 bilhões em investimentos privados posteriores. As equipes também haviam publicado 4.614 artigos científicos avaliados por pares.

Até setembro de 2025, o financiamento acumulado havia chegado a US$ 4,43 bilhões, destinados a mais de 1.850 projetos. Os projetos apoiados pela agência haviam atraído US$ 19,7 bilhões em investimentos privados posteriores e produzido 9.141 artigos científicos avaliados por pares e 1.496 patentes concedidas nos Estados Unidos.

Ver também

Referências

  1. 1 2 «ARPA-E at a Glance | ARPA-E». arpa-e.energy.gov (em inglês). Consultado em 25 de fevereiro de 2025. Cópia arquivada em 10 de fevereiro de 2025
  2. ↑ «FAQ | ARPA-E». Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  3. ↑ «Advanced Research Projects Agency for Energy (ARPA-E) – Policies». IEA (em inglês). Consultado em 25 de fevereiro de 2025
  4. 1 2 «PN22-23 - Nomination of Conner Prochaska for Department of Energy, 119th Congress (2025-2026)». www.congress.gov. 18 de setembro de 2025. Consultado em 25 de janeiro de 2026
  5. 1 2 3 4 5 6 «Advanced Research Projects Agency-Energy FY2010 Annual Report». Cópia arquivada em 15 de outubro de 2011
  6. 1 2 «H.R.2272 - 110th Congress (2007-2008): America COMPETES Act». Congress.gov (em inglês). 9 de agosto de 2007. Consultado em 10 de setembro de 2026
  7. ↑ George Leopold. «Stimulus: Energy Department scrambles to build new R&D agency». EE Times. Consultado em 14 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 15 de junho de 2011
  8. ↑ Gordon, Bart (19 de maio de 2010). «H.R.5325 - 111th Congress (2009-2010): America COMPETES Reauthorization Act of 2010». www.congress.gov. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 19 de fevereiro de 2017
  9. ↑ «42 USC 16538: Advanced Research Projects Agency-Energy» (em inglês). Office of the Law Revision Counsel. Consultado em 10 de setembro de 2026
  10. 1 2 «About ARPA-E». ARPA-E. Consultado em 17 de novembro de 2011. Arquivado do original em 20 de dezembro de 2012
  11. 1 2 «DOE Launches the Advanced Research Projects Agency–Energy, or ARPA-E». EERE news. 29 de abril de 2009. Consultado em 14 de agosto de 2011. Arquivado do original em 16 de julho de 2011
  12. 1 2 «White House nominates Berkeley Lab's Majumdar to head key DOE agency». Berkeley Lab News Center. 18 de setembro de 2009. Consultado em 14 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 16 de julho de 2011
  13. ↑ «Department of Energy Announces Inaugural ARPA-E Energy Innovation Summit». EERE news. 7 de janeiro de 2010. Consultado em 14 de agosto de 2011. Arquivado do original em 10 de janeiro de 2010
  14. ↑ «Rising Above the Gathering Storm: Energizing and Employing America for a Brighter Economic Future» (em inglês). The National Academies Press. 2007. Appendix E: Estimated Recommendation Cost Tables. Consultado em 10 de setembro de 2026
  15. 1 2 3 4 «History». Consultado em 19 de março de 2012. Arquivado do original em 28 de março de 2012
  16. 1 2 3 «Secretary Chu Announcement of $151 Million in ARPA-E Grants». 26 de outubro de 2009. Consultado em 14 de agosto de 2011. Cópia arquivada em 29 de setembro de 2011
  17. 1 2 3 4 5 «DOE Announces $100 Million Available for Innovative Research Projects». Consultado em 19 de março de 2012. Arquivado do original em 9 de março de 2012
  18. 1 2 3 «Vice President Biden Announces Recovery Act Funding for 37 Transformational Energy Research Projects». Consultado em 19 de março de 2012. Arquivado do original em 9 de março de 2012
  19. 1 2 «Department of Energy Awards $92 Million for Groundbreaking Energy Research Projects». Consultado em 29 de março de 2012. Cópia arquivada em 9 de março de 2012
  20. ↑ «Energy leader». Seven Days. Nature (em inglês). 516 (7530). 149 páginas. 11 de dezembro de 2014. doi:10.1038/516148a
  21. ↑ «FYI - Science Policy News from AIP - The Week of July 1, 2019». American Institute of Physics (em inglês). 1 de julho de 2019. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 28 de março de 2022
  22. ↑ «Statement by Secretary Granholm on the Confirmation of Dr. Evelyn Wang» (em inglês). Departamento de Energia dos Estados Unidos. 22 de dezembro de 2022. Consultado em 10 de setembro de 2026
  23. 1 2 «ARPA-E Announces $135 Million Commitment for Fusion Technology – The Largest Fusion Investment in the Agency's History» (em inglês). ARPA-E. 8 de abril de 2026. Consultado em 10 de setembro de 2026
  24. ↑ «EERE Strategic Plan | Department of Energy». energy.gov (em inglês). Consultado em 18 de janeiro de 2017. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2017
  25. ↑ «MONITOR». arpa-e.energy.gov. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 24 de outubro de 2020
  26. ↑ «MOVE». arpa-e.energy.gov. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 15 de dezembro de 2020
  27. ↑ «GRID DATA». arpa-e.energy.gov. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 2 de dezembro de 2020
  28. ↑ «An Assessment of ARPA-E» (em inglês). The National Academies Press. 2017. Conclusão 4-4. doi:10.17226/24778. Cópia arquivada em 15 de fevereiro de 2020. Uma das qualidades da ARPA-E é a concentração do financiamento em tecnologias de alto risco com potencial de transformação e em oportunidades pouco exploradas, fora dos planos estabelecidos, que não recebem apoio de empresas privadas nem de outras agências de financiamento, incluindo outros programas e órgãos do Departamento de Energia.
  29. 1 2 «Bold, Transformational Energy Research Projects Win $151 Million in Funding». EERE news. 26 de outubro de 2009. Consultado em 14 de agosto de 2011. Arquivado do original em 19 de outubro de 2011
  30. 1 2 «ARPA-E Project Selections» (PDF). 26 de outubro de 2009. Consultado em 14 de agosto de 2011. Arquivado do original (PDF) em 27 de maio de 2010
  31. ↑ «ARPA-E Project Selections, April 29, 2010». arpa-e.energy.gov. Arquivado do original em 16 de outubro de 2011
  32. 1 2 3 «Department of Energy Awards $156 Million for Groundbreaking Research Projects». Consultado em 2 de fevereiro de 2013. Arquivado do original em 26 de março de 2012
  33. ↑ «ARPA-E Energy Innovation Summit». Consultado em 5 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de janeiro de 2018
  34. ↑ «ARPA-E Energy Innovation Summit – July 8-10, 2019» (em inglês). Departamento de Energia dos Estados Unidos. Consultado em 10 de setembro de 2026
  35. ↑ «ARPA-E FY 2021 Annual Report to Congress» (PDF) (em inglês). Departamento de Energia dos Estados Unidos. Junho de 2023. p. 16. Consultado em 10 de setembro de 2026
  36. ↑ «ARPA-E Commits $135M to Fusion Energy». www.executivegov.com (em inglês). 10 de abril de 2026. Consultado em 14 de maio de 2026
  37. ↑ «Our Impact». arpa-e.energy.gov. Consultado em 12 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 23 de outubro de 2020
  38. ↑ «Department of Energy FY 2022 Congressional Budget Request: Volume 3, Part 2» (PDF) (em inglês). Departamento de Energia dos Estados Unidos. Maio de 2021. p. 339. Consultado em 10 de setembro de 2026
  39. ↑ «Impact | ARPA-E». arpa-e.energy.gov. Consultado em 14 de maio de 2026
  40. ↑ «Evaluation of ARPA-E's Mission and Goals» (em inglês). The National Academies Press. Agosto de 2026. Consultado em 10 de setembro de 2026

Ligações externas