Tratava-se do fenômeno deste tipo mais potente jamais registrado, com uma luminosidade máxima de 570 000 milhões de vezes superior a do Sol e vinte vezes maior que a da Via Láctea. Nenhuma das teorias atuais explicam por completo as causas desta supernova, visível durante vários anos.
A descoberta da ASASSN-15lh foi formalmente publicada em um artigo da revista Science.
Identificação errônea referente a uma supernova superluminosa
Em um estudos realizados por uma equipe internacional de astrônomos, publicado na revista Nature Astronomy, a ASASSN-15lh foi - em observações do Observatório Europeu do Sul (ESO) - , entretanto , engolida por um buraco negro supermassivo com cem milhões de vezes a massa do Sol e, ao passar, culminou com um brilho 20 vezes mais intenso que a luz emitida por todas as estrelas da Via Láctea.
Referências
↑S. Dong, B.J. Shappee, J.L. Prieto, S.W. Jha, K.Z. Stanek, T.W.-S. Holoien, C.S. Kochanek, T.A. Thompson, N. Morrell, I.B. Thompson, U. Basu, J.F. Beacom, D. Bersier, J. Brimacombe, J.S. Brown, P. Chen, E. Conseil, A.B. Danilet, E. Falco, D. Grupe, S. Kiyota, G. Masi, B. Nicholls, F. Olivares, G. Pignata, G. Pojmanski, G.V. Simonian, D.M. Szczygiel, P.R. Wozniak (24 de julho de 2015). Daniel W. E. Green, ed. «SN2015L». Central Bureau for Astronomical Telegrams. Central Bureau Electronic Telegrams. 4120. Bibcode:2015CBET.4120....1D !CS1 manut: Usa parâmetro autores (link)