| Abraham Geiger | |
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| Nascimento | 24 de maio de 1810 Frankfurt am Main |
| Morte | 23 de outubro de 1874 (64 anos) Berlim |
| Sepultamento | Cemitério judeu Schönhauser Allee |
| Cidadania | Reino da Prússia |
| Progenitores |
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| Cônjuge | Emilie Geiger |
| Filho(a)(s) | Ludwig Geiger, Berthold Geiger |
| Irmão(ã)(s) | Salomon Geiger |
| Alma mater | |
| Ocupação | historiador, rabino, professor universitário, teólogo |
| Empregador(a) | Faculdade para a Ciência do Judaísmo |
| Religião | judaísmo |
Abraham Geiger (Frankfurt am Main, 24 de maio de 1810 — Berlim, 23 de outubro de 1874) foi um rabino e teólogo alemão.
Rabino em Wiesbaden, recebeu em 1833 seu doutorado pela Universidade de Bonn.
Partidário do movimento de reforma do Judaísmo, rejeitava os elementos nacionalistas, para salientar a missão do povo judeu em difundir o monoteísmo e a lei moral.
Ele reduziu o livro de orações, permitia a música instrumental nas sinagogas, recomendava o uso do vernáculo nas orações, dentre outras ideias inovadoras. Porém, opunha-se à observância do shabbat aos domingos, bem como se opôs a uma ruptura com a comunidade judaica tradicionalista.
Em 1870 tornou-se o grande rabino da comunidade de Berlim, e diretor do novo seminário criado para a pesquisa científica do judaísmo.
Escritor prolífico, seu principal trabalho foi "Urschrift und Übersetzungen der Bibel" (Original e tradução da Bíblia).
Ele foi, ainda, pai do historiador Ludwig Geiger (1848-1919).