O adze é um ser vampírico no folclore Jeje, contado pelo povo de Togo e Gana. Na natureza, o adze toma a forma de um pirilampo, embora possa se transformar em forma humana quando capturado. Quando na forma humana, o adze tem o poder de possuir humanos.
Pessoas, homens ou mulheres, possuídas por um adze são vistas como bruxas (em jeje: abasom). A influência do adze afetava negativamente as pessoas que viviam ao redor do hospedeiro. Uma pessoa é suspeita de estar possuída numa variedade de situações, incluindo: mulheres com irmãos (especialmente se os filhos do irmão forem melhores que os seus), pessoas idosas (se os mais jovens começarem a morrer e os mais velhos continuarem vivos) e os pobres (se invejarem os ricos). Os efeitos do adze são geralmente sentidos pela família da vítima possuída ou por aqueles de quem a pessoa possuída tem inveja.
Na forma de pirilampo, o adze passa pelas fechaduras, rachaduras em paredes, ou por baixo de portas fechadas à noite. Uma vez na casa, suga o sangue das pessoas enquanto elas dormem, fazendo-as adoecer e morrer. Contos da criatura e dos seus efeitos são provavelmente uma tentativa de descrever os efeitos potencialmente fatais dos mosquitos e da malária. Não existe defesa contra um adze.