Ágnes Heller

Ágnes Heller
Ágnes Heller en 2015.
Nascimento12 de maio de 1929
Budapeste
Morte19 de julho de 2019 (90 anos)
Balatonalmádi
SepultamentoCemitério judaico da Rua Kozma
CidadaniaHungria
CônjugeIstván Hermann, Ferenc Fehér
Alma mater
  • Universidade Eötvös Loránd
Ocupaçãofilósofa, professora universitária, socióloga, ensaísta, dissidente, Esteticista, escritora
Distinções
  • Prêmio Concordia (2012)
  • Prêmio Hannah Arendt (1995)
  • Medalha Goethe (2010)
  • Prêmio Manès Sperber (2017)
  • Prêmio Széchenyi (1995)
  • doutor honoris causa da Universidade de Innsbruck (2015)
  • Honorary Doctorate of University of Buenos Aires (1997)
  • cidadão honorário de Budapeste (2008)
  • Carl von Ossietzky Prize (2012)
  • Comandante com Estrela da Ordem do Mérito da Hungria
Empregador(a)The New School, Universidade La Trobe
Movimento estéticoBudapest School
Causa da morteafogamento

Ágnes Heller (Budapeste, 12 de maio de 1929 — 19 de julho de 2019) foi uma filósofa húngara. Discípula de Lukács, foi professora de sociologia na Universidade de Trobe, na Austrália. Lecionou na New School for Social Research, em Nova Iorque. Tem várias obras publicadas com Ferenc Fehér, que também é húngaro e discípulo de Lukács, além de lecionar na mesma universidade. Recebeu duras críticas por suas declarações a TV, em inglês, quando negou o terror policial de 2006, perpetrado pelo governo do partido MSZP, herdeiro do partido comunista húngaro.

Sobrevivente do holocausto, narrou quando oficiais nazistas, apoiados pelos fascistas húngaros do Partido da Cruz Flechada, fizeram a deportação dos judeus de Budapeste a Auschwitz".

O cotidiano na perspectiva de Ágnes Heller

Na sua teoria, Heller divide a vida em atividades cotidianas (objetivadas) e não-cotidianas (de certa forma as subjetivadas). Todo homem nasce no cotidiano, mas ao produzir reflexões teóricas, filosóficas, artísticas e políticas estaria na dimensão não- cotidiana, que, evidentemente, tem sua origem no próprio cotidiano. Ao grifar todo na frase em que define cotidiano como vida, Heller indica que qualquer um, não importa o estágio de consciência histórica em que seja lançado ao mundo, nasce no cotidiano e aí se desenvolve (AGUIAR e HERSCHMANN, 2014).

Publicações

Em português e castelhano

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Inglês

Referências

  1. ↑ Filósofa húngara Agnes Heller morre aos 90 anos
  2. ↑ Ágnes Heller gestorben
  3. ↑ País, El (20 de julho de 2019). «Morre Agnes Heller, a filósofa da vida cotidiana que sobreviveu ao Holocausto». El País Brasil. Consultado em 19 de março de 2022
  4. ↑ AGUIAR, M. L. S. R.; HERSCHMANN, M. VIDA COTIDIANA: em torno de Agnes Heller e Michel de Certeau. Revista do Programa de Pós-Graduação em Mídia e Cotidiano, v. 5, n. 5, jun. 2014. Disponível em: http://www.ppgmidiaecotidiano.uff.br/ojs/index.php/Midecot/article/view/115/115