Alceste Almeida | |
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| Deputado federal por Roraima | |
| Período | 1991-2007 |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 22 de março de 1944 Manaus, AM |
| Morte | 15 de dezembro de 2021 (77 anos) Caracaraí, RR |
| Alma mater | Universidade Federal de Santa Maria |
| Partido | PMDB (1984-1987) PDT (1987-1990) PTB (1990-1997) PMDB (1997-2001) PL (2001-2003) PPS (2003) PMDB (2003-2005) PTB (2005-2009) PRB (2009-2019) Republicanos (2019-2021) |
| Profissão | médico |
Alceste Madeira Almeida, ou apenas Alceste Almeida, (Manaus, 22 de março de 1944 — Caracaraí, 15 de dezembro de 2021) foi um médico e político brasileiro, outrora deputado federal por Roraima.
Filho de Antônio Oséias de Almeida e Maria Cristina Madeira de Almeida. Médico formado em 1969 na Universidade Federal de Santa Maria, mudou-se para Roraima, assumindo a chefia do setor de medicina da Legião Brasileira de Assistência (LBA) em 1971, ingressou na vida pública quatro anos depois, no governo do coronel Fernando Ramos Pereira como secretário de Saúde, assumindo depois os cargos de diretor da Divisão de Ação Social da Secretaria de Educação, diretor da Policlínica Coronel Mota, em Boa Vista, e secretário substituto de Saúde e Ação Social.
Ginecologista e obstetra, trabalhou na iniciativa privada, filiando-se ao PMDB em 1984. Candidato a deputado federal em 1986, foi o segundo mais votado do partido, mas não alcançou o quociente eleitoral necessário para vencer. Após ingresso no PDT em 1987, mudou para o PTB, sendo eleito deputado federal em 1990. Como parlamentar votou a favor da abertura do processo de impeachment de Fernando Collor em 1992, mas neste mesmo ano foi derrotado por Teresa Surita na eleição para prefeito de Boa Vista. Reeleito em 1994, voltou ao PMDB a tempo de obter um novo mandato em 1998, renovando-o pelo PL em 2002. Em seu último mandato parlamentar, ingressou no PPS antes de retornar ao PMDB e ao PTB.
Condenado a sete anos de prisão devido ao seu envolvimento com o Escândalo dos Gafanhotos, mas recorreu em liberdade. Na esteira desse caso, perdeu a eleição para deputado federal em 2006 e 2010, quando já pertencia ao PRB, depois renomeado como Republicanos.
Faleceu vítima de um acidente automobilístico.