| Aloe | |||||||||||||
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| Classificação científica | |||||||||||||
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| Espécies | |||||||||||||
Aloe L. é um género botânico pertencente à família Asphodelaceae que conta com mais de 550 espécies (incluindo os híbridos), originárias principalmente de África e ilhas limítrofes, geralmente encontradas em terrenos áridos, pelo que necessita de pouca água, fixando uma grande quantidade nas suas folhas para posterior uso.
Apresentam-se sob a forma de rosáceas de folhas carnudas ou ligeiramente coriáceas, orladas de acúleos mais ou menos fortes consoante as espécies. A dimensão e tamanho varia de acordo com a espécie, podendo ir de apenas 5 cm de altura até 9 ou 10 metros. As inflorescências variam de igual modo, caracterizando-se em geral por um conjunto de folhas tubulares dispostas no topo de uma haste, com cores que vão do amarelo ao vermelho, passando por tons de laranja.
Algumas espécies têm aplicações diversas, podendo ser utilizadas em cosméticos, produtos de limpeza ou serem mesmo comestíveis. Deve-se, no entanto, ter cuidado no manuseamento e utilização destas plantas, já que muitas espécies têm um sumo ou latex irritante ou até mesmo nocivo.
Porém, das diversas espécies catalogadas, apenas quatro podem ser utilizadas como tratamento alternativo e somente uma delas é nutritiva o suficiente para ser utilizada como tratamento fitoterápico.[carece de fontes]
As espécies deste género são conhecidas, genericamente, pelos seguintes nomes comuns: aloé (também grafada «aloés», como substantivo de dois números), erva-babosa, babosa e azebre.
Quanto ao nome científico, o nome genérico, Aloe, provém do latim «aloe», que por sua vez remonta ao grego antigo, ἀλόη (aloé), ambos os termos aludindo já à mesma classe de plantas.
Do que toca ao nome comum «azebre», este provém do étimo árabe aç-çibar, que por seu turno já alude a esta classe de plantas.
| Sistema | Classificação | Referência |
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| Lineu | Classe Hexandria, ordem Monogynia | Species plantarum (1753) |