Analog horror (lit.: Terror analógico) é um subgênero da ficção de terror, constituindo uma variação da técnica de "found footage". Frequentemente citado como originário dos vídeos da Internet dos anos 2010, esse gênero é caracterizado por mídias de baixa resolução, mensagens enigmáticas e estilos visuais que remetem à televisão da segunda metade do século XX (muitas vezes ambientada entre os anos 1960 e 1990). É apelidado de "terror analógico" por causa da estranheza agravada pela estética retrô. Obras notáveis incluem Local 58, Gemini Home Entertainment, The Smile Tapes, Thalasin, The Walten Files, Monument Mythos, The Mandela Catalogue e Duffy`s Digital Circus.
Esse gênero é comumente caracterizado pela baixa resolução das gravações, mensagens enigmáticas e estilos visuais que lembram a televisão do século XX. Isso é feito para combinar com o cenário, visto que boa parte das obras de terror analógico são ambientadas nesse século.
O terror analógico pode ser considerado uma ramificação ou descendente de lendas de creepypastas. O subgênero é normalmente citado como originário de vídeos da Internet (principalmente do YouTube) do final da década de 2010, ganhando popularidade substancial após o lançamento de Local 58 por Kris Straub. A série, que rapidamente se tornou um sucesso, mais tarde inspiraria obras como The Mandela Catalogue e The Walten Files.
Em janeiro de 2022, a Netflix lançou Archive 81 (baseada em um podcast homônimo), que compartilha características muito semelhantes ao terror analógico. No entanto, a série foi cancelada após uma única temporada.