| André Derain | |
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André Derain en 1928. | |
| Nascimento | 17 de junho de 1880 Chatou |
| Morte | 8 de setembro de 1954 (74 anos) Garches |
| Sepultamento | Chambourcy |
| Cidadania | França |
| Progenitores |
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| Cônjuge | Alice Derain |
| Filho(a)(s) | André-Charlemagne Knaublich |
| Alma mater | |
| Ocupação | pintor, escultor, gravador, figurinista, cenógrafo, ilustrador, desenhador de joias, fotógrafo, artista gráfico, desenhista, designer, litógrafo, aquarelista, paper artist, xilógrafo, pastelista, colecionador de arte, theatre designer |
| Obras destacadas | Enfant courant sur la plage, Pont de Charing Cross |
| Movimento estético | fauvismo, cubismo |
| Causa da morte | acidente rodoviário |
| Página oficial | |
| https://www.andrederain.fr/ | |

André Derain (Chatou, França, 17 de junho de 1880 - em Garches, 8 de setembro de 1954) foi um pintor francês totalmente autodidata, começou a pintar com quinze anos. Se encontrou com Matisse e depois com Vlaminck em 1900, pintaram juntos e desenvolveram suas ideias com a cor em suas obras de arte.
Depois de ver uma exposição de telas de Van Gogh em 1901, Derain reforçou o uso das cores puras em suas telas. Montou um ateliê em Chatou, perto de Paris - em parceria com Maurice de Vlaminck (1876-1958). Este ateliê se tornou o centro de difusão do Fauvismo. Mas finalmente ambos decidiram ir embora para Paris. Derain se inscreveu como aluno na Academia Carrière, onde conheceu Matisse.
Ao contrário dos colegas, o jovem pintor se interessava principalmente pela arte das academias e dos museus e paradoxalmente abandonou o fauvismo pelo cubismo. Logo após o término da I Guerra Mundial, aplica-se aos valores clássicos, pintando retratos, paisagens e naturezas-mortas, predominando quase que sempre os tons castanhos avermelhados. Fez notáveis xilogravuras em cores, cenários e figurinos para teatro, além de esculturas e cerâmicas.
A obra de Derain mostrou uma superfície mais tranquila que o resto dos fauvistas, produto da aplicação de tonalidades quentes e harmônicas. Sua obra agradou tanto ao galerista Vollard que ele tentou repetir com esse artista o sucesso alcançado com Monet, organizando em Londres uma exposição com suas obras mais fauvistas. No entanto, ao voltar, o pintor assinou um contrato com Kahnweiler, o marchand de Picasso. Foi assim que Derain entrou em contato com a elite cubista e abandonou o fauvismo.
Entre suas obras mais importantes estão O Porto de Londres (1906) e O Porto de Colliure (1905).
Em seus últimos anos, Derain trabalhou como cenógrafo de balé e ilustrador de livros.