Antoine Drouot | |
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Retrato por François-Séraphin Delpech, c. 1833. | |
| Governador do Principado de Elba | |
| Período | 11 de abril de 1814 a 26 de fevereiro de 1815 |
| Príncipe soberano | Napoleão Bonaparte |
| Antecessor(a) | Cargo criado |
| Sucessor(a) | Cargo abolido |
| Dados pessoais | |
| Nascimento | 11 de janeiro de 1774 Nancy, Grand Est, Reino da França |
| Morte | 24 de março de 1847 (com 73 anos) |
| Serviço militar | |
| Lealdade | |
| Serviço/ramo | Exército Francês |
| Anos de serviço | 1793–1815 |
| Graduação | General de divisão |
| Conflitos | |
| Condecorações | Legião de Honra |
O General Antoine Drouot, Conde Drouot (11 de janeiro de 1774 – 24 de março de 1847) foi um oficial francês que lutou nas Guerras Revolucionárias e Napoleônicas.
Drouot é um de um grupo seleto que esteve presente tanto na Batalha de Trafalgar (1805) quanto na Batalha de Waterloo (1815). O nome de Drouot está inscrito no pilar ocidental sob o Arco do Triunfo.
Nascido em Nancy, França, filho de um padeiro, Drouot treinou como artilheiro e participou das batalhas da Revolução Francesa, onde ascendeu nas fileiras e foi capitão de artilharia na Batalha de Hohenlinden em 1800.
Mais tarde, teve uma ilustre carreira nas muitas batalhas do Império, notadamente, Wagram (1809) e Borodino (1812). Por sua conduta nas batalhas de Lützen e Bautzen em 1813, onde comandou a artilharia da Guarda Imperial, foi feito general de divisão e ajudante de ordens do Imperador Napoleão.
Drouot esteve com Napoleão durante seu exílio na ilha de Elba (1814–1815), que o nomeou governador da ilha. Acompanhou Napoleão de volta à França em 1815 e esteve com ele no início dos Cem Dias. Esteve com a Guarda Imperial na Campanha de Waterloo, e na véspera da Batalha de Waterloo assumiu o comando da Guarda Imperial quando o Marechal Mortier, que normalmente assumiria o comando, adoeceu com ciática, Esteve com Napoleão quando, no final da batalha, pouco antes da debandada, Napoleão assumiu brevemente o comando de um quadrado de granadeiros da Guarda, perto da Casa de Decoster, e deixou o campo com Napoleão. Mais tarde na campanha (após Napoleão ter abdicado pela segunda vez), foi comandante da Guarda Imperial em Paris.
Após a rendição de Paris e a restauração do Rei Luís XVIII, Drouot foi julgado por traição, onde se defendeu com habilidade. Foi absolvido e recebeu uma pensão do Estado. Em sua aposentadoria, fez o que pôde pelos veteranos da Guarda Imperial e morreu em 1847.

Em sua biografia na Nouvelle Biographie Générale, Ch. Héquet escreveu: "A França ficou surpresa em 1814 ao saber que possuía há muito tempo o melhor oficial de artilharia da Europa". Napoleão chamou Drouot de le Sage de la Grande Armée (o sábio do Grande Exército).
Drouot é um de um grupo seleto que esteve presente tanto na Batalha de Trafalgar (1805) quanto na Batalha de Waterloo (1815).
O nome de Drouot está inscrito no pilar ocidental sob o Arco do Triunfo.
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