
Em botânica, o arilo é uma cobertura ou apêndice tegumentar, por vezes carnudo, de certas sementes, formado a partir do funículo.
Poderá formar estruturas semelhantes a um fruto (chamado pseudofruto ou falso fruto) e é produzido por certas espécies de gimnospérmicas (Taxaceae e Cephalotaxaceae).

A título de exemplo, a mácide é o arilo da noz-moscada.
O substantivo «arilo» entrou no português por via do francês arille, que por seu turno proveio do neolatim arilus, derivado do latim tardio arilli, que significa «grainha de uva».
No âmbito da química também se usa o termo arilo como uma das formas de se nomear o radical ou grupo arila.