A História da Arte, no caso particular de Portugal, pode dividir-se em:
| Arte da Pré-História em Portugal | |
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| Paleolítico — arte rupestre (gravura e pintura, incluindo o Vale do Côa) e arte móvel Mesolítico — arte rupestre, arte móvel e concheiros do Tejo Neolítico — arte megalítica (menires, antas e cromeleques), cerâmica e arte rupestre Calcolítico — megalitismo tardio, cerâmica campaniforme, metalurgia, povoados fortificados e arte funerária Idade do Bronze — metalurgia, estelas decoradas, ourivesaria, cerâmica e arte rupestre Idade do Ferro — Arte castreja, estatuária dos guerreiros galaicos, ourivesaria, cerâmica e influências orientalizantes | |
| Arte antiga em Portugal | |
| Arte pré-romana — tradições artísticas dos povos indígenas e culturas mediterrânicas presentes no território Arte romana — arquitetura, urbanismo, escultura, mosaico, pintura mural, cerâmica, ourivesaria e arte funerária Arte paleocristã — basílicas, mosaicos, escultura funerária e espaços de culto Antiguidade Tardia — transformação das tradições romanas e cristãs e desenvolvimento de novas formas de escultura e arquitetura religiosa | |
| Arte medieval em Portugal | |
| Alta Idade Média — arte visigótica, arte suevo-visigótica, escultura arquitetónica e ourivesaria Arte islâmica — arquitetura, urbanismo, fortificações, cerâmica, estuque e artes decorativas Arte moçárabe — arquitetura, iluminura e artes decorativas de tradição cristã sob influência islâmica Românico — arquitetura religiosa e militar, escultura arquitetónica, pintura mural, iluminura e imaginária Gótico — arquitetura, escultura, pintura, vitrais, iluminura, escultura tumular e ourivesaria Gótico tardio — gótico internacional, influências flamengas e desenvolvimento da pintura e da escultura retabular Manuelino — arquitetura, escultura ornamental, pintura, iluminura, ourivesaria e artes decorativas | |
| Arte na Idade Moderna em Portugal | |
| Renascimento — arquitetura erudita, pintura, escultura, iluminura e artes decorativas, com forte influência flamenga e italiana Maneirismo — pintura, escultura, arquitetura e retabulística Arquitetura chã — arquitetura religiosa, conventual e civil de composição despojada Barroco — arquitetura, pintura, escultura, retábulos, talha dourada e azulejaria Barroco joanino — arquitetura, talha, pintura e azulejaria no reinado de D. João V Rococó — arquitetura, pintura, escultura, talha, azulejaria, mobiliário e artes decorativas Pombalino — arquitetura e urbanismo da reconstrução de Lisboa após o Terramoto de 1755 | |
| Século XIX e primeiras décadas do século XX | |
| Neoclassicismo — arquitetura pública, pintura académica, escultura e ensino artístico Romantismo — pintura histórica, paisagismo, retrato e revivalismos (Neogótico, Neomanuelino e Neo-árabe) Realismo e Naturalismo — pintura de costumes, paisagismo, retrato, pintura ao ar livre e temática social Arquitetura do ferro — pontes, mercados, estações, pavilhões e estruturas industriais Arte Nova — arquitetura, artes gráficas, mobiliário e artes decorativas Art Déco — arquitetura, design, artes gráficas e artes decorativas Simbolismo e tendências finisseculares Primeiro Modernismo — Orpheu, futurismo, cubismo, expressionismo, Amadeo de Souza-Cardoso e Almada Negreiros | |
| Arte portuguesa de 1930 a 1974 | |
| Arte e arquitetura durante o Estado Novo — arquitetura oficial, monumentalismo, regionalismo, Português Suave e arte pública Neorrealismo português — pintura, desenho, gravura, escultura e fotografia de temática social Surrealismo português — Grupo Surrealista de Lisboa e Os Surrealistas Abstracionismo português — abstração geométrica, abstração lírica, informalismo e gestualismo Grupo KWY e internacionalização da arte portuguesa Nova figuração e renovação da pintura figurativa Neovanguardas — arte conceptual, arte cinética, Op Art, assemblage, happening, performance e poesia experimental | |
| Arte contemporânea em Portugal | |
| Pós-25 de Abril — arte conceptual, experimentalismo, performance, instalação, fotografia e vídeo Alternativa Zero (1977) — experimentação, arte conceptual e práticas interdisciplinares Anos 1980 — pintura, escultura, instalação, fotografia, performance e novas figurações Anos 1990 — instalação, fotografia, vídeo, performance, escultura e práticas conceptuais Século XXI — pintura, escultura, instalação, fotografia, vídeo, performance, arte pública, arte sonora e práticas interdisciplinares Arte digital e multimédia — interatividade, imagem digital, vídeo, som e novas tecnologias Arte urbana e intervenção no espaço público Práticas participativas e relacionais Arte e ecologia — relações entre arte, ambiente, território e sustentabilidade Memória, identidade e território — novas abordagens à história, património, colonialismo e pós-colonialismo Arte e tecnologia — realidade virtual, realidade aumentada, arte generativa e inteligência artificial 2020–2026 — práticas contemporâneas híbridas, digitais, multimédia, participativas e interdisciplinares | |