Língua arvanítica

Arvanítica

Arbërisht

Pronúncia:[aɾ.bəˈɾiʃt]
Falado(a) em: Grécia
Região: Ática, Beócia, sul da ilha de Eubeia, ilha Salamina; Trácia; Arcádia; Atenas; Peloponeso; algumas vilas no noroeste da Grécia, norte da ilha de Andros; total de 300 vilas.
Total de falantes: 30 mil - 150 mil
Família: Indo-europeia
 Albanesas
  Tosk
   Arvanítica
Escrita: Alfabeto grego (Variante Arvanitica)
Alfabeto latino
Códigos de língua
ISO 639-1: --
ISO 639-2: alb (B)sqi (T)
ISO 639-3: aat
Glottolog: arva1236

A língua arvanítica ou arvanítico (em grego: αρβανίτικα, transl.: arbanítika) é um antigo dialeto da língua albanesa fortemente influenciado pela língua grega, tradicionalmente falado pelos arvanitas, uma população histórica da Grécia. Por volta do fim da Idade Média, grupos arvaníticos provenientes do Epiro (região histórica montanhosa dos Balcãs, atualmente compartilhada pela Grécia e pela Albânia), emigraram e se estabeleceram no sul da Grécia.

A língua arvanítica é por vezes descrita como sendo greco-albanesa, embora essa designação seja considerada ofensiva por muitos dos arvanitas, que se consideram etnicamente gregos, não albaneses. (GHM 1995). Trata-se de uma língua próxima da extinção, pois seus falantes estão, gradualmente, preferindo usar o grego, sendo que muitos dos mais jovens já não falam mais o arvanítico.

Escrita

A língua arvanítica raramente apareceu escrita. Registra-se , como sendo escrita em dois Alfabetos:

Nome

O nome 'arvanítico' e seu equivalente arbërishte são derivados da etnonímia arvanitas, o qual por sua vez vem do topônimo (Grego: Άρβανα), o qual se referia, na Idade Média, à região onde fica hoje a Albânia (Babiniotis 1998). Seus equivalentes nativos (Arbërorë, Arbëreshë e outros) correpondiam a como os albaneses geralmente se referiam a si próprios. Tanto Arbëna como Albânia/Albanês vêm de há muitos anos, conforme atestado desde a Antiguidade, e podem ser presentemente variantes de uma mesma raiz, hipótese que ainda permanecem em discussão.

Classificação

O arvanítica é relacionado com o albanês

A língua arvanítica tem relação muito próxima com a língua Arbëresh, o dialeto albanês falado na Itália, o qual tem boa parte de sua origem naqueles assentados arvanitas vindos da Grécia. O Arbëresh mantém, em algumas cidades, palavras idênticas a palavras gregas, tais como, por exemplo haristis ('muito obrigado'), proveniente do grego ευχαριστώ; dhrom ('estrada'), de δρόμος; ne ('sim'), de ναι. As bases do vocabulário Italo-Arbëresh e greco-arvanítico são mutuamente inteligíveis; os pontos não mutualmente inteligíveis decorrem de modernismos adquiridos do grego e do italiano.

A maioria dos estudiosos classifica o arvanítico como um dialeto do albanês Albanian muitos dos Arvanitas não aceitam ser classificados com algo que se refira a Albanês, pois isso traz uma conotação de nacionalidade Albanesa, prejudicando sua identidade como Gregos.

Graças às circunstâncias sociais especiais e à identidade etno-linguística, o arvanítico é normalmente listada com uma língua separada (arvanítico albanês, código "aat") pela classificação internacional do catálogo de nome de idiomas da ISO 639-3 , onde é classificada como uma parte da "Macrolíngua" Albanesa..

Não há nas seções 1 e 2 da norma Internacional ISO 639 um código para avarnitica como língua separada, só existem as siglas para o Albanês (códigos "alb", "sqi", or "sq"). Porém, como na ISO -639-3, o Ethnologue lista o arvanítico albanês como uma língua separada(AAT), havendo ainda classificações separadas e "paralelas" para Albanês Gheg, Albanês Tosk e Arbëresh.

Um trabalho sócio-linguístico alemão classifica o arvanítico como "Ausbausprache" (língua construída a partir de outra próxima) e "Abstandsprache" (língua suficientemente diferente de uma outra para ser considerada como outro idioma)Em termos de "abstand" (diferença objetiva entre sistemas linguísticos) os linguístas do "Ethnologue" situam a mútua inteligibilidade entre o Avartinica e o Tosk Padrão entre pouco alta e apenas parcial.

O Ethnologue também menciona que a inteligibilidade mútua pode ainda ser difícil mesmo entre sub-dialetos dentro do arvanítico. A mútua inteligibilidade entre o albanês padrão e o arvanítico é maior do que a existente entre os dois principais dialetos do albanês - Tosk e Gheg (ver as comparações das formas de albanês, a seguir, com uma amostra e um texto em cada uma das três formas da língua. Em termos linguísticos, não há dúvida de que o [arvanítico] é uma variante do albanês padrão.

Em termos de "ausbau" ("upgrade" sócio-linguístico para se tornar uma língua padrão autônoma), o indicador mais forte de autonomia é a existência de um sistema de escrita: o alfabeto arvanítico baseado no alfabeto grego. Um sistema bastante parecido foi usado por falantes do albanês tosk entre os séculos XVI e XVIII. . Porém, essa escrita é raramente usada hoje. O arvanítico é uma língua usada quase que exclusivamente na forma falada e confinada ao contexto privado. Há, ainda, alguma discordância entre os arvanita (como entre os aromanianos) acerca de ser ou não ser usado o Alfabeto latino em seu idioma. . O arvanítico falado é rico internamente na sua diversidade de sub-Dialetos, não havendo presentemente nenhum esforço no sentido de padronizá-los numa forma "Padrão". Além disso, os arvanitas também não usam o Albanês, pois não são alfabetizados no Alfabeto latino usado no Albanês, não usando também o Albanês falado na sua Mídia. Isso demonstra não haver uma subordinação da língua arvanítica ao albanês padrão, como uma dachsprache ("língua de cobertura"), como ocorre com os dialetos de uma língua nacional, quando dentro de um mesmo país.

Distribuição geográfica

Mapa do Grego Moderno Tradicional, dos Dialetos Gregos e Isoglossias. A área branca central mostra onde o arvanítico era língua comum antes do século XX
Distribuição da Língua albanesa

.

Há três grupos nos assentamentos arvanitas na Grécia.

De acordo com alguns autores, a palavra "arvanítico", no sentido próprio, aplica-se somente ao grupo maior de falantes, o do sul ou ainda do grupo sul, mais o da Trácia juntos, até pelo fato dessas formais dialetais terem ficado distantes dos falantes do Albanês básico por muitos séculos. Já os dialetos do Noroeste, mais próximos à Albânia são mais similares ao "Tosk" desse país e à língua dos antigos Albaneses Cham, Muçulmanos (Çamërishte), que já habitaram essa região.. O Ethnologue classifica esses dialetos noroeste como parte do Tosk, sendo opostas ao arvanítico albanês, no sentido mais rigoroso, embora reconheça que a palavra "arvanítica" é usada para todos os grupos da Grécia.. Nas suas próprias línguas, alguns grupos do noroeste se dizem falando o Shqip ("Albanês"), sua dita língua natal, a mesma dos Albaneses, o que parece implicar que esses Arvanitas se consideram Albaneses étnicos..

Map dos Balcãs antes da Primeira Grande Guerra. As regiões sombreadas em azul bem claro mostram a distribuição dos falantes do albanês (inclui o arvanítico )

O arvanítico do sul da Grécia é pródigo em sub-dialetos locais. Sasse (1991) distinguiu pelo menos onze dialetos: Oeste da Ática, Sudeste da Ática, Nordeste da Ática-Beócia, Oeste da Beócia, da Beócia Central, Nordeste do Peloponeso, Noroeste do Peloponeso, Peloponeso do Sul, Oeste do Peloponeso, da Eubéia, de Andriote.

Falantes

A quantidade estimada de falantes do arvanítico varia muito nas avaliações, entre 30 e 150 mil pessoas. Essas quantia incluem falantes terminais (Idosos) e jovem, os quais adquiriram apenas domínio imperfeito da língua e não devem passar a língua para as gerações seguintes (conf. Tsitsipis 1998). Não há falante de arvanítico que seja monolíngue, pois são todos hoje bilíngues em Grego, sendo que o arvanítico é considerada um língua próxima da extinção, em função da forte migração para o Grego entre os descendentes arvanitas nas últimas décadas.

Características

O arvanítico apresenta muitas características do albanês Tosk falado no sul da Albânia. Porém, também recebeu significantes influências do Grego, especialmente ao vocabulário e à fonologia. Também apresenta características mais conservadoras, as quais o Albanês já perdeu com o tempo. Como exemplo, manteve certos grupos consonantais iniciais de sílabas, os quais foram simplificados no Albanês padrão. Exemplo: (cf. Arvanitica gljuhë AFI: [ˈɡljuhə] ('idioma, língua), vs. Albanês padrão gjuhë [ˈɟuhə]).Mais recentemente, os linguistas perceberam sinais de rápida convergência estrutural com o Grego e também simplificação estrutural da língua. Isso parece indicar atrito linguístico, um sinal empobrecimento da língua que pode levar a sua extinção.

Gramática

Fonte: Arvanitikos Syndesmos Ellados

Pronomes

 Pronomes PessoaisPronomes Possessivos
1Sg.ûEuímimeu(minha)
2Sg.titu, vocêítiteu, seu
3Sg.m.áieleatíaseu, dele
3Sg.f.ajóelaasájaseu, dela
1Pl.nenósíninossos
2Pl.juvós, vocêsjúaivosso, seu
3Pl.m.atáelesatíredeles
3Pl.f.ató'elas (f.)atíredelas

Paradigmas Verbais

 The verb HAVEThe verb BE
 Pres.Imperf.Subj.Impf.Subj.Perf.Pres.Imperf.Subj.Impf.Subj.Perf.
1-Sg.kamkeshëtë kemtë keshëjamjeshëtë jemtë jeshë
2-Sg.kekeshetë keshtë keshejejeshetë jeshtë jëshe
3-Sg.kakishtë kettë kishishtë, ështëishtë jettë ish
1-Pl.kemikeshëmtë kemite keshëmjemijeshëmtë jeshëmtë jeshëm
2-Pl.kinekeshëtëtë kinite keshëtëjinijeshëtëtë jeshëtëtë jeshëtë
3-Pl,kanëkishnëtë kenëtë kishnëjanëishnëtë jenëtë ishnë

Comparação outras formas do Albanês

"Pai Nosso" em arvanítico

Comparado Com Albanês Tosk Padrão (2ª linha) e com Albanês Greg (3ª linha).

Áti ýnëqë jéndëqiéjet,ushënjtëróft'émëriýt.
Ati ynëqë jenëqiell,u shënjtëroftëemriyt.
Ati ynëqë jenëqiell,shejtnue kjoftëemniyt.
Pai Nosso que estás no CéuSantificado seja o teu nome
árthtëmbëretëríajóte;ubëftëdashurímiýt,
arthtëmbretëriajote;u bëftëdëshirajote,
ardhtëmbretniajote;u baftëvullnesajote,
venha o teu Reinoseja feito o que queres
si ndëqiél,edhémbëdhét;
si nëqiell,edhembidhe.
si nëqiellashtunëdhe.
na terra como no Céu
búkënëtónëtë përdítëshimen'ép-nanévesót;
bukëntonëtë përditëshmejepnanevesot;
Bukëntonëtë përditshmeepnanesot;
nos dê hoje o nosso pão diário
edhéfálj-nafájetëtóna,
edhefalnafajettona,
e ndiejna ne fajet e mëkatettona,
e nos perdoa por nossos erros
sikúndrëedhénéveuafáljmëfajtórëvettánë;
sikundëredheneuafalimfajtorëvettanë;
si i ndiejmë nafajtorëttanë;
e nos perdoaremos aqueles que erraram conosco
edhémosnashtiérndëngásie,póshpëtó-nangailjígu;
edhemosnashtjerënëngasje,poshpëtonangailigu;
emosnalen me ranëkeq,porlargonaprej gjith së keq;
e não nos leve a tentaçõesmas, nos livra do mal
sepséjótiaështëmbëretëríaefuqíaeljavdíandëjétëttëjétëvet.
sepsejotjaështëmbretëriaefuqiaelavdianëjetëttëjetëvet.
sepsejotejaâshtrregjinijaefuqiaelaftinëjetëttëjetëvet.
pois teu é o Reino, o Poder e a Glória, por todo o sempre.


Amostras

Frases comuns

Flet fare arbërisht?Você fala algo de arvanítico?
Flas shumë pak.Eu falo muito pouco.
Je mirë?Você está bem?
Jam shumë mirë.Eu estou muito bem.

Textos

Jeta e Vasil Sakelarit, priftit, Triziniotit. U u leshë ndë ñië mil’lë e shtatë qint e nöntë dhietë shtatë, 1797, gka të lerrëtë e Krishtit. E, kur u shkitshë e u böshë shtatë viet, d’zura grammëtë êïéí Ütë ndë Pijadhë (Νέα Επίδαυρος). - Pra u pruarshë ndë katunt t’im, e ndë 1808 vaita ndë Porje, çë gje’shë grammë hel’linikí gka N. Bambaki. E pastai gka viti hira me ñië karav : e vammë ndë Pol, pra erdhm ndë Smyrn e ngarkuam staphydhe prë* [prë Zotin?] Amsterdham. - E lashuam e vammë ndë Maltë e gkah’ atje ndë Mahon, pra ndë Mayorkë, e zumm ndë Argazilie. - Atje na thoinë varkatë : “mos dilni jashtë, se janë Alindzerintë e do u grapñiënë.” Nevet duallm e na grapnë e na vunnë nevet ndë karav të tire e nde i ini karav vunnë Alindzeriñ, e na muarë pasoiet* [pasjet?], e na qellë nd’ Alindzer. E mbemmë atje katrë dit, pra na lashuan : pse ish qæroi çë lashuanë edhe të tierëtë shklev. - E, si na lashuanë i a thurm [thuam] e vamm nish-nish ndë Kalès, e nögkë na lanë, po na gjuaitin. E vamm ndë Lisbonë e gkah’ atje ndë Londrë ; e gka Londra muarm ñië matës detit e vamm ndë Hèldèr e shkarkuam ; pra himm mbörda nd’ Amsterdham, çë bömm gjashtë muai. - Pra u pruarm e erdhm ndë Porje. - Atje edhe u martuashë ndë 1818, e ndë 1820 u böshë prift. - - Edhe ndë ñië mil’lë e tetë qint e ñiëzet e ñië, 1821, gritim luftë me Turki. - E ndë 1828 d’zura al’lilodhidhaktikinë methodo e u dhiorishë dhaskal ndë Porje e mbeta ñierë ndë 1842. - Pasandai dolla e ndë 1852 u dhiorishë prift i Ludovikosë. - E vamm edhe ndë Toulo’ të Gal’lisë. - E ndë 1855 më lashuanë gka Ludovikua, e jam ñierë ndë sot ndë klishë t’ime pa doñië iatrë shërbes.

A vida de Basil Sakelaris, o sacerdote Troeseniano (tradução livre)

Eu nasci em mil e novecentos e novente e sete 1797, depois do nascimento de Cristo.E, quando eu cheguei à idade de sete anos, eu aprendi a escrever em Grego moderno? em Piyada (Nea Epidaurus?). Aí, eu voltei ao meu país nativo e em 1808 eu fui para Poros, para estudar Grego com N. Bambakis. Assim, depois de uma ano eu tomei um navio e parti em viagem para Constantinopla, e, aí, nós fomos para Esmirna e tomamos carga de uvas destinada para Amsterdam. Partimos em viagem para Malta, de onde fomos para Mahon, daí para Malorca, onde ancoramos em Argazilia (?). Os marinheiros nos advertiram para não ir para o mar, pois os Argelinos estavam ao largo e deviam nos sequestrar. Nós fomos para o mar assim mesmo, eles nos capturaram e colocaram toda a tripulação no navio deles. No nosso navio os Argelinos colocaram alguns dos seus homens e nos levaram para Argel. Nós ficamos lá por quatro dias e, aí, nos liberaram junto com outros escravos. Depois de sermos liberados nos chegamos em Calais, mas n´s fomos mandamos embora. Aí, fomos para Lisboa e daí fomos para Londres. Nós fomos para Helder por ferryboat (?) e descarregamos. Entramos em Amsterdam seis meses depois que havíamos zarpado pela primeira vez. aí, voltamos para poros. Assim, eu me casei em 1818 e em 1820 eu me tornei padre.

Em 1821 estourou a guerra com a Turquia. Em 1828 eu aprendi o método Alilo-didático e me tornei professor em Poros, ficando aí até 1842. Depois, eu deixei a inlha e em 1852 eu fui nomeado sacerdote para o Rei Ludwig. Nós também fomos para Toulon, França. Em 1855, Ludwig me liberou de minhas obrigações e a partir de então eu fiquei empregado na minha igreja, sem outra ocupação.

Pai Nosso

Áti ýnë që jé ndë qiéjet, ushënjtëróft' émëri ýt. árthtë mbëretëría jóte; ubëftë dashurími ýt, si ndë qiél, edhé mbë dhét; búkënë tónë të përdítëshimen' ép-na néve sót; edhé fálj-na fájetë tóna, sikúndrë edhé néve ua fáljmë fajtórëvet tánë; edhé mos na shtiér ndë ngásie, pó shpëtó-na nga i ljígu; sepsé jótia është mbëretëría e fuqía e ljavdía ndë jétët të jétëvet.

Referências

  1. ↑ E.g. Furikis (1934)
  2. ↑ Georgios Babiniotis, Lexicon of the Greek Language.
  3. ↑ Omniglot
  4. ↑ Arberichte grafia equivocada no Ethnologue e em outras fontes
  5. ↑ E.g. Haebler (1965); Trudgill (1976/77); Sasse (1985, 1991); Breu (1990); Furikis (1934), Babiniotis (1985: 41).
  6. 1 2 GHM 1995
  7. ↑ ISO 639 code sets
  8. ↑ uma categoria intermediária que fica entre uma família linguística por um lado, e uma língua única com seus eventuais dialetos por outro. Conforme SIL "macrolínguas" são definidas "grupo de línguas relacionadas e muito próximas que [...] podem ser consideradas como línguas individuais, porém, que em alguns contexto, para algumas necessidade" Isso se aplica a "uma situação sócio-linguística na qual sub-comunidades da comunidade de uma língua única passam a divergir de algum modo, criando necessidade de se reconhecer com tendo uma língua diferente, por algumas razões, sem com isso se perder a validade de uma única língua".
  9. ↑ Ethnologue
  10. ↑ For detailed sociolinguistic studies of Arvanite speech communities, see Trudgill/Tzavaras 1977; Tsitsipis 1981, 1983, 1995, 1998; Banfi 1996, Botsi 2003.
  11. ↑ Trudgill 2004 Arquivado em 13 de março de 2006, no Wayback Machine., que cita esses conceitos criados por Kloss (1967).
  12. ↑ Trudgill 2004: 5 Arquivado em 13 de março de 2006, no Wayback Machine., Botsi 2003
  13. ↑ «Trudgill (2004: 5)» (PDF). Consultado em 24 de junho de 2009. Arquivado do original (PDF) em 13 de março de 2006
  14. ↑ «Albanian-Greek». Consultado em 24 de junho de 2009. Arquivado do original em 7 de outubro de 2017
  15. ↑ Albanian (shqip/gjuha shqipe)
  16. ↑ Botsi 2003: 21
  17. ↑ Gordon 2005
  18. ↑ Euromosaic 1996
  19. ↑ Gordon 2005
  20. ↑ GHM 1995, quoting Banfi 1994
  21. ↑ Salminen (1993) lista a língua como "em sério risco" no "Livro Vermelho de Línguas da Unesco". (). Ver também Sasse (1992) e Tsitsipis (1981).
  22. ↑ Trudgill 1976/77; Thomason 2001 Arquivado em 27 de setembro de 2007, no Wayback Machine., quoting Sasse 1992
  23. ↑ Fonte: Η Καινή Διαθήκη στα Αρβανίτικα; "Christus Rex" website Arquivado em 16 de julho de 2009, no Wayback Machine.
  24. ↑ Arvanitikos Syndesmos Ellados

Bibliografia

Ligações externas