| Benjamin Freedman | |
|---|---|
| Nascimento | 4 de outubro de 1890 Manhattan |
| Morte | maio de 1984 Garden City (Nova Iorque) |
| Cidadania | Estados Unidos |
| Ocupação | político, empreendedor |
| Religião | Igreja Católica |
Benjamin Harrison Freedman (4 de outubro de 1890 – maio de 1984) foi um empresário americano, negacionista do Holocausto e antissionista declarado. Nascido em uma família judia, ele converteu-se do judaísmo para o catolicismo romano. Fora do ativismo político, Freedman foi sócio de um instituto dermatológico e investidor de pequenas empresas.
Benjamin Harrison Freedman nasceu em 4 de outubro de 1890, em Nova York. Nascido em uma família judia, ele mais tarde converteu-se do judaísmo para o catolicismo romano.
De 1925 a 1937, Freedman foi sócio de Samuel D. Leidesdorf na John H. Woodbury Laboratories, um instituto dermatológico e uma empresa derivada da antiga Woodbury Soap Company. Benjamin H. Freedman estava listado no timbre do Institute for Arab American Affairs e, por volta de 1946, junto com sua esposa, listado como "R M Schoendorf" (Rose M. Schoendorf Freedman), "patrocinou uma série de anúncios sob a marca 'The League for Peace with Justice in Palestine'". Em 1946, ele processou o Comitê Judaico Americano por difamação e o caso foi arquivado em menos de um mês.

Freedman era um negacionista do Holocausto, e um antissionista declarado. Ele foi um financiador do autor Conde McGinley, editor do periódico antissemita Common Sense. No julgamento por difamação de 1955 movido pelo rabino Joachim Prinz contra McGinley, Freedman testemunhou que "ele [Freedman] havia dado a McGinley apoio financeiro de 'mais de US$ 10 000, mas menos de US$ 100 000'". Prinz havia processado McGinley por chamá-lo de "rabino vermelho".
Freedman se opôs à nomeação de Anna M. Rosenberg para Secretário Assistente de Defesa dos Estados Unidos em 1950. Um artigo no ADL Bulletin intitulado The Plot Against Ann Rosenberg atribuiu os ataques à lealdade de Rosenberg a "antissemitas profissionais e nacionalistas lunáticos", incluindo a "corja antissemita de John Rankin, Benjamin Freedman e Gerald Smith".
Freedman, um judeu apóstata, era bem conhecido pela Liga Antidifamação e pelo Comitê Judaico Americano como um apoiador ativo da causa árabe no Oriente Médio. (fn 33) No decorrer de seu testemunho errático e frequentemente contraditório perante o comitê do Senado, Freedman revelou os papéis desempenhados por agitadores antissemitas e anticomunistas de direita — incluindo Gerald L. K. Smith, Conde McGinley, o "reverendo" Wesley Swift, o congressista John Rankin, o senador Joseph McCarthy e J. B. Matthews — na campanha contra a nomeação de Rosenberg. (fn 34)
Ele é mencionado em um relatório do Comitê de Atividades Antiamericanas.
Freedman foi politicamente ativo até meados da década de 1970, quando já tinha bem mais de 85 anos. Freedman morreu em maio de 1984, em Garden City, Nova York, aos 93 anos.
born Oct 4 1890, died May 1984 Benjamin Freeman [sic] Garden City, NY