| Biguatinga | |||||||||||||||
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| Estado de conservação | |||||||||||||||
Pouco preocupante (IUCN 3.1) | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
| Distribuição geográfica | |||||||||||||||
Anhinga anhinga (L.), conhecido popularmente como biguatinga, carará, anhinga, arará, meuá, miuá e muiá, é uma ave suliforme anhingídea que habita os rios e lagoas desde a América do Norte até o norte do Chile e da Argentina.

"Biguatinga" (em tupi, mbiguá + tinga) é um termo oriundo do tupi antigo que significa biguá branco, ou biguá claro, em oposição ao biguá propriamente dito, que é preto.
"Anhinga" originou-se do tupi a'ñinga. "Carará" originou-se do termo tupi kara'rá. "Meuá" e "miuá" se originaram do tupi mbiguá, a mesma origem do "biguá" de "biguatinga".
O nome biguatinga foi selecionado como nome vernáculo técnico para a espécie Anhinga anhinga pelo Comitê Brasileiro de Registros Ornitológicos (CBRO) em 2021.
A espécie apresenta dimorfismo sexual, sendo o macho preto e a fêmea mais colorida, com a cabeça, pescoço e peito cinza-amarelados, as rêmiges do braço e as coberteiras superiores das asas marginadas de cinzento ou dessa cor e a ponta da cauda branca. Os cararás têm comprimento médio de cerca de 85 centímetros e 120 centímetros de envergadura nas asas.
As penas do biguatinga não são impermeáveis como as dos patos e não segregam óleo que mantenha a água à distância. Em consequência, as penas podem armazenar quantidades de água que provocam a má flutuação do animal. Esta característica é no entanto uma vantagem, visto que permite um mergulho mais eficiente debaixo d'água. Tal como os outros membros da família Anhingidae, o biguatinga caça durante mergulhos em que fica totalmente submerso. Quando necessário, seca as penas abrindo as asas ao sol.
São reconhecidas duas subespécies:
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