| Bill Viola | |
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| Nascimento | 25 de janeiro de 1951 Nova Iorque, Nova Iorque |
| Morte | 12 de julho de 2024 (73 anos) Long Beach, Califórnia |
| Residência | Long Beach |
| Cidadania | Estados Unidos |
| Cônjuge | Kira Perov |
| Alma mater | |
| Ocupação | artista, criador de vídeos, músico, compositor, diretor de fotografia, diretor de cinema, roteirista, artista de instalações, produtor de televisão, artista multimídia, artista visual |
| Distinções |
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| Obras destacadas | Sweet Light |
| Movimento estético | new media art |
| Causa da morte | doença de Alzheimer |
| Página oficial | |
| https://www.billviola.com, http://www.billviola.com/ | |
Bill Viola (Queens, 25 de janeiro de 1951 – Long Beach, 12 de julho de 2024) foi um videoartista estadunidense.
Começou sua carreira na década de 1970 com trabalhos no Everson Museun em Syracuse, Nova Iorque. Foi influenciado por artistas como Nam June Paik, Joseph Beuys, Wolf Vostell, Bruce Nauman e Peter Campus. Seus trabalhos em vídeoarte consistem em instalações, vídeos e performances, sendo marcados por um uso transparente do aparato videográfico, um controle e entendimento complexo do tempo, e por um inventivo uso do som. O tom espiritual de videos como The passing (1991) é constante em sua obra, já vídeos como Reverse Television (1983) trabalham uma crítica à televisão e à passividade de telespectadores, já Chott-l-Djerid (1979) apresenta imagens "abstratas" que fogem à analogia fotográfica. Ele trabalhou códigos simbólicos e refletiu sobre a falta de consciência coletiva na arte e fez um uso muito próprio do sonho e da fantasia. Seu último trabalho foi Ocean Without a Shore (2007).
Viola morreu em 12 de julho de 2024, aos 73 anos, em Long Beach devido a complicações da doença de Alzheimer.