| Bola de Ouro | |
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Falcão é o jogador com a maior nota da história da Bola de Ouro (9.20, em 1979) | |
| Descrição | Prêmio entregue ao melhor jogador do Campeonato Brasileiro de Futebol |
| Local | Brasil |
| Primeira cerimónia | 1973 |
| Última cerimónia | 2025 |
| Apresentação | ESPN Brasil |
| Detentor atual | Giorgian de Arrascaeta Gabi Zanotti |
A Bola de Ouro é uma premiação esportiva anual, criada em 1973, que reconhece o melhor futebolista da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol de cada ano, de acordo com votações feitas por jornalistas ao longo de cada campeonato e estatísticas de desempenho em campo. É um dos prêmios oferecidos na cerimônia da Bola de Prata, criada em 1970 pela revista Placar e, desde 2006, organizada pelo canal televisivo ESPN Brasil. A partir de 2021, passou a premiar a melhor jogadora do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino.
Todas as partidas da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol são assistidas in loco por jornalistas da ESPN Brasil, que atribuem notas de 0 a 10 para todos os jogadores e treinadores em campo. As notas atribuídas pelos jornalistas compõem 60% da nota final do jogador, enquanto outros 40% são calculados a partir de um algoritmo desenvolvido pela ESPN, que analisa mais de 100 estatísticas de desempenho de cada atleta. Ao final do campeonato, o jogador com a maior média é eleito o craque do campeonato e recebe a Bola de Ouro.
Apesar da Bola de Prata ter sido criada em 1970, a Bola de Ouro só foi criada em 1973. O primeiro prêmio foi concedido, pela única vez, a dois jogadores: ao argentino Agustín Cejas, do Santos, e ao uruguaio Atilio Ancheta, do Grêmio; os jogadores mais bem avaliados em 1970, 1971 e 1972 foram, respectivamente, o flamenguista Francisco Reyes, o cruzeirense Dirceu Lopes e o colorado Elías Figueroa, inicialmente o único dentre esses três que viria a conseguir a premiação, já por 1976. Quarenta anos depois da criação da Bola de Ouro, Placar, na cerimônia de 2013, marcada por diversas Bolas de Prata destinadas a jogadores do campeão Cruzeiro, premiou de modo retroativo o ex-cruzeirense Dirceu Lopes com a de Ouro que ele teria recebido em 1971 caso esse prêmio já existisse.
No futebol masculino, cinco jogadores dividem o recorde (2×) de mais Bolas de Ouro: Zico, Falcão, Toninho Cerezo, Cesar Sampaio e Roberto Costa; Falcão e Roberto Costa foram os únicos a conquistar o prêmio em dois campeonatos consecutivos. O jogador com a maior média da história do prêmio foi o meio-campo Falcão (9.20), em 1979, pelo Internacional). Os critérios de avaliação foram alterados em 1995 e, desde então, a maior nota registrada foi a do atacante Gabriel Barbosa (7.30), em 2019, pelo Flamengo.
Giorgian de Arrascaeta (Flamengo) e Gabi Zanotti (Corinthians) foram os últimos atletas a receberem o prêmio (2025).
Uma comissão formada por jornalistas da ESPN Brasil assiste a todos os jogos do Campeonato Brasileiro e atribui notas de 0 a 10 para cada jogador e para os treinadores em campo. A partir de 2020, as notas atribuídas pelos jornalistas passaram a corresponder a 60% da nota final de cada jogador, enquanto outros 40% são calculados a partir de um algoritmo desenvolvido pela ESPN, que analisa mais de 100 estatísticas de desempenho dos jogadores em campo. O jogador com a maior nota média no final do campeonato (soma de todas as notas, dividida pelo número de partidas disputadas) recebe a Bola de Ouro.

| Indica que o jogador foi campeão brasileiro no mesmo ano | |
| [a] | Indica que o jogador também recebeu a Bola de Prata de Artilheiro |
| Jogador (X) | Indica o número de vezes que o jogador recebeu o prêmio |
