| Broken Sword | |
|---|---|
| Gênero(s) | Aventura do tipo “apontar e clicar” Aventura |
| Desenvolvedora(s) | Revolution Software (em parceria com a Sumo Digital em 2006) |
| Criador(es) | Charles Cecil |
| Plataformas | Android, Game Boy Advance, iOS, Linux, Mac OS, Nintendo DS, Nintendo Switch, Palm OS, PlayStation, PlayStation 2, PlayStation 4, PlayStation Vita, Wii, Windows, Windows Mobile, Xbox, Xbox One |
| Primeiro título | Broken Sword: The Shadow of the Templars 30 de setembro de 1996 |
| Último título | Broken Sword - Shadow of the Templars: Reforged 19 de setembro de 2024 |
Broken Sword é uma série de jogos de aventura. O primeiro jogo da série, Broken Sword: The Shadow of the Templars, foi lançado e desenvolvido em 1996 pela desenvolvedora britânica Revolution Software. Sua sequência, Broken Sword II: The Smoking Mirror [en], foi lançada um ano depois, seguida por Broken Sword: The Sleeping Dragon [en] em 2003, Broken Sword: The Angel of Death [en] em 2006 e Broken Sword 5: The Serpent's Curse [en] em 2013. Um remake do primeiro jogo da série, conhecido como Broken Sword: Shadow of the Templars – The Director's Cut [en], foi lançado em 2009, e um remake do segundo jogo da série, Broken Sword: The Smoking Mirror – Remastered, em 2010 para dispositivos iOS; em 2011, o jogo também foi lançado para outras plataformas.
Os principais protagonistas da série são George Stobbart, um advogado americano especializado em patentes, e Nicole "Nico" Collard, uma jornalista freelancer francesa. Embora Nico não apareça como personagem jogável na versão original de The Shadow of the Templars, ela se torna jogável na versão Director's Cut.
A série Broken Sword foi concebida em 1994 por Charles Cecil, Noirin Carmody e Sean Brennan, enquanto discutiam a mitologia dos Cavaleiros Templários. Os três primeiros jogos da série, assim como o quinto, foram desenvolvidos pela Revolution Software, enquanto o quarto foi desenvolvido em parceria pela Revolution e pela Sumo Digital. Shadow of the Templars e The Smoking Mirror foram sucessos de crítica e público, vendendo milhões de cópias. No entanto, The Sleeping Dragon e The Angel of Death receberam críticas mistas e não foram tão populares quanto os dois primeiros jogos. Isso se deveu principalmente à mudança para gráficos 3D e ao fato de o terceiro jogo ter abandonado a interface "apontar e clicar" em favor de uma jogabilidade mais voltada para a ação. O jogo mais recente da série, The Serpent's Curse, retornou às raízes 2D da franquia. A série figurou em diversas listas dos melhores jogos de aventura. Uma história em quadrinhos foi produzida para cada remake dos dois primeiros jogos da série Broken Sword.
| Jogo | ||||
|---|---|---|---|---|
| Ano de lançamento | Desenvolvedora | Plataformas | ||
| Broken Sword: The Shadow of the Templars | 1996 | Revolution Software | Windows, Mac OS, Linux, PlayStation, Game Boy Advance, Palm OS, Wii, Nintendo DS, iOS, Android | |
| The Shadow of the Templars, conhecido como Circle of Blood na América do Norte, é o primeiro jogo da série e foi desenvolvido pela Revolution Software. Lançado originalmente em 1996 para Windows, Mac OS e PlayStation, o jogo foi posteriormente adaptado para Game Boy Advance e Palm OS, e relançado com conteúdo adicional como Shadow of the Templars: The Director's Cut [en], primeiro para Wii e Nintendo DS e depois para Windows, Mac OS X, Linux, iOS e Android. Em Shadow of the Templars, o jogador assume o papel de George Stobbart, um jovem americano que testemunha e é vítima de um atentado a bomba em um pequeno café parisiense. O jogo foi aclamado pela crítica e vendeu cerca de um milhão de unidades. | ||||
| Broken Sword II: The Smoking Mirror [en] | 1997 | Revolution Software | Windows, PlayStation, Mac OS, iOS, Android, Linux | |
| Com o sucesso de The Shadow of the Templars, a Revolution começou a trabalhar em The Smoking Mirror, que foi lançado um ano depois. Originalmente lançado para Windows e PlayStation, foi relançado para Windows, Mac OS X, Linux, iOS e Android em uma edição remasterizada. É o único jogo da série que não envolve os Cavaleiros Templários. The Smoking Mirror foi um sucesso comercial, vendendo cerca de um milhão de unidades, mas não foi tão aclamado quanto o primeiro jogo. | ||||
| Broken Sword: The Sleeping Dragon [en] | 2003 | Revolution Software | Windows, Xbox, PlayStation 2 | |
| O terceiro jogo, The Sleeping Dragon, representou uma mudança em relação ao estilo de jogo dos títulos anteriores da série, apresentando gráficos em 3D e sendo o único a utilizar uma interface de controle direto. Ele dá continuidade à história de The Shadow of the Templars. O jogo recebeu críticas extremamente positivas e vendeu centenas de milhares de cópias. | ||||
| Broken Sword: The Angel of Death [en] | 2006 | Revolution Software, Sumo Digital | Windows | |
| O quarto jogo da série, The Angel of Death, foi desenvolvido em parceria pela Revolution e pela Sumo Digital. Embora apresentasse gráficos 3D, o jogo retornou à interface de apontar e clicar. Vendeu várias centenas de milhares de cópias, mas recebeu críticas mistas. | ||||
| Broken Sword 5: The Serpent's Curse [en] | 2013-2014 | Revolution Software | Windows, OS X, Linux, iOS, TvOS, Android, PlayStation Vita, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch | |
| O quinto jogo da série Broken Sword, The Serpent's Curse, é o primeiro título da série a receber financiamento do Kickstarter durante sua concepção. Lançado em dezembro de 2013, o jogo retornou às raízes 2D da série. | ||||
| Broken Sword: Parzival's Stone | TBA | Revolution Software | Windows, OS X, Linux, iOS, Android, Consoles | |
| O sexto jogo da série Broken Sword, Parzival's Stone, foi anunciado durante a conferência Xbox Gamescom em 2023. | ||||
Em The Shadow of the Templars, o americano George Stobbart está viajando pela Europa. Ele se torna tanto testemunha quanto vítima de um atentado a bomba em um café parisiense, o “La Chandelle Verte”, perpetrado por um palhaço, que mais tarde se revela ser um assassino chamado Khan. O criminoso rouba a pasta de um idoso e detona uma bomba dentro do café. Stobbart conhece uma fotojornalista francesa, Nicole “Nico” Collard, moradora da Rue Jarry, em Paris, com quem tenta descobrir quem é o responsável pelo assassinato do idoso, Plantard, e, ao fazer isso, acaba desvendando uma conspiração relacionada aos Cavaleiros Templários. O terceiro e o quarto jogos, The Sleeping Dragon e The Angel of Death, seguem a trama relacionada aos Templários: The Sleeping Dragon dá continuidade à história de The Shadow of the Templars com vários personagens que retornam, enquanto em The Angel of Death, George e Nico, junto com uma personagem recém-introduzida, Anna-Maria, desvendam um mistério relacionado à Igreja Católica. Ao contrário dos outros jogos da série, em The Smoking Mirror, George e Nico desvendam um mistério asteca, envolvendo o deus asteca Tezcatlipoca. The Serpent’s Curse segue um enredo relacionado aos Evangelhos Gnósticos.
O designer, roteirista e diretor de videogames Charles Cecil começou a trabalhar no roteiro de Broken Sword, o terceiro jogo da Revolution Software após Lure of the Temptress [en] (1992) e Beneath a Steel Sky (1994), em 1992, que seria ambientado em Paris com uma história sobre os Cavaleiros Templários. Depois de visitar Paris e ler O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, Cecil tinha certeza de que os Templários seriam um bom tema para um jogo. Cecil, Dave Cummins e Jonathan L. Howard começaram a trabalhar na história e no design. Cecil e Cummins frequentaram um curso de roteiro cinematográfico e seu roteiro foi lido pelo roteirista sênior e dramaturgo da BBC, Alan Drury. Steve Ince, que criou os esboços iniciais dos cenários do jogo antes de trabalhar em Beneath a Steel Sky, foi promovido a produtor na metade do projeto. Em 1994, Cecil e Noirin Carmody se reuniram com Sean Brennan, então diretor de publicações da Virgin Interactive, e a Virgin concordou em publicar a versão para PC do jogo, mas não estava interessada em publicar o jogo para PlayStation, acreditando que apenas jogos 3D venderiam bem para o console. Como resultado, Cecil contatou a Sony Computer Entertainment, que concordou em publicar o jogo para o console. Tony Warriner e David Sykes foram os designers e programadores do jogo, e Carmody, a produtora executiva. O jogo usa o motor Virtual Theatre, assim como os dois jogos anteriores da Revolution.
Um dos objetivos de Cecil era se afastar dos jogos de aventura baseados em humor, mais populares na época, criando um jogo com bom ritmo e um enredo complexo — razão pela qual ele considerou que os Cavaleiros Templários seriam um tema ideal. Broken Sword apresentava um sistema exclusivo de “ícone de conversa” que não revelava ao jogador o que o protagonista estava prestes a dizer; a intenção de Cecil era tornar o jogo mais cinematográfico. Embora seu objetivo fosse criar um jogo com uma sensação cinematográfica, Cecil achava que o jogo não deveria se assemelhar aos filmes interativos da época, que, em sua opinião, estavam “imitando filmes”. Ele queria criar dois protagonistas que trocassem ideias, ajudando a conduzir o enredo. Ele fez de George um americano e de Nico uma francesa para atrair os mercados dos EUA e da Europa. A Revolution acreditava que precisava aproveitar o melhor de outras indústrias criativas. As ilustrações desenhadas à mão foram animadas por artistas como Eoghan Cahill e Neil Breen, do Don Bluth Studios, e Mike Burgess, do Red Rover Studio, resultando em gráficos animados em um estilo que lembra os filmes de animação clássicos. O custo final do jogo foi de um milhão de libras.
Broken Sword II: The Smoking Mirror foi concebido em 1997 por Cecil e a equipe da Revolution. A arte de Broken Sword 2 foi desenvolvida em várias etapas. Inicialmente, foram feitos desenhos a lápis dos personagens, que depois foram coloridos digitalmente antes de serem finalizados. Os layouts de fundo foram produzidos de maneira semelhante, também começando como esboços a lápis. Todos foram desenhados por Eoghan Cahill e Cornelius Breen (como Neil Breen), que já haviam trabalhado no jogo Broken Sword original, enquanto agora colaboravam com Amy Berenz e Lee Taylor. A trilha sonora do jogo foi novamente composta por Barrington Pheloung, com Bob Sekar adicionando a música de encerramento. Enquanto Rolf Saxon retorna como dublador de George, Jennifer Caron Hall, uma atriz bilíngue e filha da atriz francesa Leslie Caron, foi escalada para o papel de Nico. O diretor de teatro Edward Hall conduziu os ensaios com o elenco e levou menos de uma semana para gravar o jogo inteiro, de acordo com uma entrevista concedida por Rolf Saxon em 2011. O jogo foi lançado pela primeira vez para Windows em 31 de outubro de 1997.
A Revolution discutiu pela primeira vez a ideia de um terceiro jogo da série Broken Sword em 2000. Inicialmente, planejava-se que The Sleeping Dragon tivesse visuais com qualidade de desenho animado semelhantes aos dois primeiros jogos da série Broken Sword, mas a Revolution decidiu não usar o estilo “plano”, alegando que ele carecia de profundidade visual. A equipe queria que o jogo parecesse crível, mas não necessariamente realista, semelhante aos filmes de animação japoneses. As texturas foram desenhadas à mão para alcançar o visual de “desenho animado”, enquanto o mapa de luz empregou radiosidade para criar uma iluminação realista. Os avanços no hardware, somados às mudanças na metodologia, permitiram que o jogo passasse a utilizar cores de 24 bits. Para dar ao jogo a sensação de um filme, a Revolution contratou um consultor cinematográfico, Bob Keen, que se certificou de que o jogo transmitisse emoções e atmosferas adequadas a cada cena. A trilha sonora do jogo foi composta por Ben McCullough. A gravação das vozes estava programada para durar cinco dias, mas todo o processo levou apenas quatro dias. As vozes foram gravadas com os dubladores reunidos, o que permitiu que eles se envolvessem melhor em seus papéis. O roteiro completo tem 6.000 linhas no total, semelhante ao de Broken Sword II. Enquanto Rolf Saxon retorna para dublar George, Nico foi interpretada, desta vez, por Sarah Crook. O custo final do jogo foi de dois milhões de libras.
A Revolution Software e a THQ anunciaram Broken Sword: The Angel of Death em agosto de 2005. Segundo Charles Cecil, a série Broken Sword foi originalmente planejada para ser uma trilogia, mas, após o lançamento de Broken Sword: The Sleeping Dragon, a demanda dos fãs por uma sequência foi avassaladora. Embora The Sleeping Dragon tenha se beneficiado comercialmente por ter sido lançado tanto para consoles quanto para PC, essa abordagem exigiu certas concessões no desenvolvimento, já que a versão para PC foi limitada pelas restrições das versões para consoles. Como resultado, The Angel of Death foi desenvolvido exclusivamente para PC “a fim de realmente ultrapassar os limites em termos de tecnologia e gráficos”. Pela primeira vez na série, a Revolution não foi a única desenvolvedora; o jogo foi desenvolvido em parceria pela Revolution e pela Sumo Digital. Cecil acreditava que, devido à necessidade de equipes cada vez maiores, não era mais possível manter uma grande equipe de desenvolvimento para criar títulos originais únicos, o que levou a Revolution a encerrar suas atividades de produção para se concentrar no design, e a Sumo a se concentrar na produção. Foi o primeiro jogo a utilizar a tecnologia de iluminação amBX. Broken Sword: The Sleeping Dragon foi criticado por apresentar um grande número de elementos de ação. Cecil afirmou que seu objetivo era colocar o jogador sob pressão. Embora ainda defendesse esse princípio, ele considerava que os elementos de ação não eram a abordagem correta. The Sleeping Dragon também foi criticado por apresentar um grande número de quebra-cabeças com caixotes, o que levou Cecil a reduzir esse número. A trilha sonora do jogo foi composta por Ben McCullough e conta com faixas da banda Übernoise. Enquanto Rolf Saxon retorna para dublar George Stobbart, Nicole “Nico” Collard foi interpretada, desta vez, por Katherine Pageon.
Em 21 de março de 2009, a Ubisoft lançou uma edição especial de The Shadow of the Templars para Wii e Nintendo DS. De acordo com Cecil, o Director's Cut surgiu graças a um grupo de fãs de Broken Sword, que iniciaram uma petição online implorando para que ele trouxesse a série para o Wii e DS.
Ao analisar o projeto, Cecil jogou o jogo novamente e percebeu vários problemas, incluindo que os cenários estavam pixelados, que os vídeos e o áudio eram de baixa qualidade e também achou que alguns diálogos estavam fora de contexto. Ele considerou que todos esses elementos poderiam ser corrigidos e aprimorados em uma edição remasterizada, na qual seria possível incluir um diário, um sistema de dicas e novas ilustrações de Dave Gibbons, que poderiam ser oferecidas como uma história em quadrinhos digital interativa.
O jogo começa um dia antes da explosão no café parisiense do jogo original, revelando parte da história de Nicole Collard. Gibbons, com quem a Revolution já havia trabalhado anteriormente na aventura clássica de culto de 1994, Beneath a Steel Sky, colaborou com as referências visuais do jogo; ele também produziu uma história em quadrinhos para acompanhar o lançamento do jogo para o DS.
Hazel Ellerby retorna para dublar Nicole Collard nas novas seções, interpretando Nico novamente pela primeira vez desde o lançamento do jogo original. Rolf Saxon, como em todas as sequências, também retorna para dublar George Stobbart. Ao contrário do jogo original, os jogadores controlam Nicole Collard em seções específicas do jogo. Além das novas ilustrações dos personagens criadas por Gibbons durante as conversas, a versão Director’s Cut também apresenta uma nova visão em primeira pessoa para certos quebra-cabeças. Na versão para DS, não há diálogos falados, apenas legendas.
Uma versão para iPhone e iPod Touch foi lançada em 20 de janeiro de 2010. Mais tarde, em maio, foi lançada para iPad uma versão com resolução mais alta e uma história em quadrinhos digital. Uma versão para PC foi lançada em 27 de agosto em diversos serviços de distribuição digital.
Broken Sword: The Smoking Mirror – Remastered para dispositivos Apple iOS foi lançado em 16 de dezembro de 2010. Os novos recursos incluem uma história em quadrinhos digital interativa exclusiva de Dave Gibbons, expressões faciais totalmente animadas, gráficos aprimorados, trilha sonora de alta qualidade, um sistema de dicas sensível ao contexto, um diário e integração com o Dropbox, que possibilita um recurso exclusivo de salvamento de jogo entre plataformas, permitindo que os jogadores desfrutem da mesma aventura simultaneamente em vários dispositivos. O jogo também contava com integração completa com o Game Center – incluindo conquistas dentro do jogo. As versões para Mac e PC foram lançadas no início de 2011.
O quinto título da série, Broken Sword 5: The Serpent's Curse [en], ficou em desenvolvimento por seis meses e retomou o estilo gráfico 2D da série; foi lançado em 2013. Cecil afirmou que, apesar do interesse da “maior distribuidora independente do setor”, o financiamento para o desenvolvimento restante do jogo foi buscado por meio do Kickstarter, com uma meta de US$ 400.000. O projeto recebeu US$ 771.561 em setembro de 2012.
Em agosto de 2021, Tony Warriner fez um teste para ver como ficaria o Broken Sword 1 se fosse remasterizado e teve a gentileza de compartilhar as capturas de tela com o Pixel Refresh.
Na Gamescom 2023, a Microsoft anunciou uma remasterização do jogo original Broken Sword. O jogo original foi remasterizado em resolução 4K, utilizando uma combinação de ferramentas de IA e novos cenários pintados à mão. O jogo também inclui novos recursos, como um que remove itens incorretos usados nos quebra-cabeças caso os jogadores já os tenham utilizado uma vez, a fim de orientar o jogador para as respostas corretas. A versão remasterizada foi lançada em 19 de setembro de 2024. Ela é baseada no jogo original, e não na versão do diretor.
Além disso, no evento da Microsoft na Gamescom 2023, foi anunciado um novo jogo da série, intitulado Parzival's Stone. Ele contará com um design visual “Super 2D”, que utiliza cenários pintados à mão sobrepostos a cenas tridimensionais para tornar as cenas do jogo mais cinematográficas e realistas.
| Jogo | GameRankings | Metacritic |
|---|---|---|
| The Shadow of the Templars | (PC) 84.40% (GBA) 81.19% (PS1) 80.83% |
(PC) 80/100 (GBA) 80/100 |
| Broken Sword II: The Smoking Mirror [en] | (iOS) 79.00% (PS1) 73.09% (PC) 70.50% |
(iOS) 84/100 (PC) 69/100 |
| Broken Sword: The Sleeping Dragon [en] | (PC) 82.53% (Xbox) 77.15% (PS2) 62.00% |
(PC) 82/100 (Xbox) 77/100 |
| Broken Sword: The Angel of Death [en] | (PC) 75.03% | (PC) 73/100 |
| Broken Sword: Shadow of the Templars – The Director's Cut [en] | (iOS) 94.00% (HD) 86.67% (NDS) 80.87% (Wii) 76.15% (PC) 60.00% |
(iOS) 91/100 (HD) 84/100 (NDS) 78/100 (Wii) 74/100 |
| Broken Sword 5: The Serpent's Curse [en] | (XONE) 74.18% (PS4) 73.56% |
(XONE) 77/100 (PS4) 72/100 |
A franquia Broken Sword é a série de aventura de maior sucesso da Europa, com seis milhões de unidades vendidas; The Shadow of the Templars e The Smoking Mirror são os títulos mais vendidos da Revolution, cada um com um milhão de cópias vendidas. Com o declínio do gênero de aventura no início dos anos 2000, as vendas da série Broken Sword também diminuíram, com The Sleeping Dragon e The Angel of Death vendendo algumas centenas de milhares de cópias. Durante o chamado “renascimento dos jogos de aventura”, os dois remakes de Broken Sword foram bem-sucedidos; em 2011, o Director’s Cut e The Smoking Mirror: Remastered venderam 500 mil cópias somente para iOS. Em 2005, antes do lançamento de Broken Sword 4, a série já havia vendido mais de 2,5 milhões de unidades para varejistas em todo o mundo.
Os títulos da série receberam críticas positivas, sendo que The Shadow of the Templars é frequentemente citado como um clássico do gênero de aventura, ocupando posições de destaque em várias listas de melhores jogos. Os remakes também foram aclamados, principalmente as versões para iOS, frequentemente consideradas um dos melhores jogos da plataforma.
Em maio de 2007, Charles Cecil demonstrou interesse em produzir um filme baseado na franquia de jogos.
Dave Gibbons criou histórias em quadrinhos para cada uma das versões remasterizadas dos dois primeiros jogos da série Broken Sword: Broken Sword: The Shadow of the Templars – Director's Cut e Broken Sword: The Smoking Mirror – Remastered.
Em setembro de 2008, a mindFactory lançou um jogo gratuito da série Broken Sword criado por fãs, intitulado Broken Sword 2.5: The Return of the Templars.
| Ano | Publicação ou cerimônia | Jogo indicado | Prêmio | Resultado | Ref. |
|---|---|---|---|---|---|
| 1997 | Generation 4 | Broken Sword: The Shadow of the Templars | Melhor Jogo de Aventura de 1997 | Venceu | |
| Quest magazine | Melhor Quest | Venceu | |||
| 2003 | British Academy Video Games Awards | Broken Sword: The Sleeping Dragon [en] | Melhor Design | Indicado | |
| Melhor Jogo para PC | Indicado | ||||
| Melhor Jogo de Aventura | Indicado | ||||
| Just Adventure | Melhor Jogo de Aventura de 2003 | Venceu | |||
| 2004 | Game Developers Choice Awards | Excelência em Roteiro | Indicado | ||
| 2009 | British Academy Video Games Awards | Broken Sword: Shadow of the Templars – The Director's Cut [en] | Melhor História | Indicado | |
| 2010 | Pocket Gamer | Prêmio Pocket Gamer Gold | Venceu | ||
| Broken Sword II: The Smoking Mirror – Remastered [en] | Prêmio Pocket Gamer Gold | Venceu | |||
| Adventure Gamers' 2009 Aggie Awards | Broken Sword: The Shadow of the Templars – Director's Cut | Melhor Port/Relançamento Atualizado | Indicado | ||
| 2011 | Pocket Gamer Awards | Melhor Jogo de Aventura/RPG | Indicado | ||
| European Games Awards | Melhor Jogo de Aventura Europeu | Venceu |