| C. L. R. James | |
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CLR James em 1938. | |
| Nascimento | 4 de janeiro de 1901 Tunapuna |
| Morte | 31 de maio de 1989 (88 anos) Brixton |
| Sepultamento | Tunapuna |
| Cidadania | Trindade e Tobago |
| Cônjuge | Selma James, Constance Webb |
| Alma mater |
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| Ocupação | historiador, jornalista, romancista, escritor, sindicalista, filósofo, ativista, ativista político, tradutor, cultural critic |
| Empregador(a) | University of the District of Columbia, The Guardian |
| Obras destacadas | The Black Jacobins, Beyond a Boundary, Minty Alley, World Revolution |
| Parte da série sobre o |
| Trotskismo |
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| Parte de uma série sobre |
| Socialismo libertário |
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Cyril Lionel Robert James (4 de janeiro de 1901 –19 de maio de 1989), mais conhecido como C.L.R. James, que às vezes escrevia sob o pseudônimo J. R. Johnson, era historiador, jornalista, socialista teórico e ensaísta de Trinidad e Tobago. Suas obras são influentes em vários contextos teóricos, sociais e historiográficos.
Sua obra deu origem a vários estudos subalternos. Figura como uma voz pioneira e influente na literatura pós-colonial. Seu trabalho é freqüentemente associada com o Caribe e o afro-nacionalismo, embora o próprio James sustentou que o "ou-ou" era uma falsa dicotomia, e que os povos do Caribe estavam em débito com a Europa, tanto quanto com as tradições culturais africanas. Um ativista político incansável, os escritos de James sobre o debate da Internacional Comunista agitaram os círculos trotskistas, e sua história da Revolução Haitiana, The Black jacobins, é um texto seminal na literatura da diáspora africana. Caracterizada por um crítico literário como um "anti-stalinista dialético", James era conhecido por seu autodidatismo, por sua ocasional dramaturgia e ficção, e como um esportista ávido. Ele também é famoso por escrever sobre o críquete.


