| Nome | Clube Desportivo Trofense | |||
|---|---|---|---|---|
| Torcedor(a)/Adepto(a) | Trofenses | |||
| Fundação | 28 de setembro de 1930 (96 anos) | |||
| Estádio | Estádio do Clube Desportivo Trofense | |||
| Capacidade | 5 017 espectadores | |||
| Localização | Trofa, Portugal | |||
| Presidente | Hugo Ferreira | |||
| Treinador(a) | Cristiano Couto | |||
| Patrocinador(a) | Mercainox | |||
| Material (d)esportivo | Lacatoni | |||
| Competição | Liga 3 | |||
| Website | cdtrofense | |||
O Clube Desportivo Trofense é um clube português, localizado na cidade da Trofa, distrito do Porto. O clube foi fundado em 1930 e o seu atual presidente é Hugo Ferreira. Na época 2007/08, ganhou a Liga de Honra, que lhe permitiu a subida à primeira liga portuguesa.
Atualmente disputa os seus jogos no Estádio do Clube Desportivo Trofense.
No dia 06/06/2021 ganhou ao Club Football Estrela da Amadora a final do Campeonato de Portugal no Estádio Cidade de Coimbra garantido o título do referido campeonato depois de ter garantido a subida à Segunda Liga.
A fundação do Clube Desportivo Trofense data de 1927. A atividade desportiva iniciou-se nos terrenos do atual Parque da Nossa Sr.ª das Dores, tendo o recinto de jogos sido batizado de “Campo da Capela”.
A partir de Março de 1929, este recinto começou a ser utilizado pelo recém criado “Sporting Club da Trofa” que ali disputou o seu primeiro desafio de futebol, frente ao Sporting Club Tirsense, vencendo este pelo resultado de 6–3. Os jogos oficiais estavam vetados ao “Sporting Club da Trofa” por este agrupamento não possuir parque de jogos. Porém, esta situação foi ultrapassada no ano de 1930 com a construção do Campo do Catulo, inaugurado no dia 12 de Outubro, e com a sua filiação à Associação Futebol do Porto, um mês antes, com denominação atual.
Na solene inauguração do campo, o Trofense teve como adversário o Fluvial Vilacondense, vencendo pelo “score” de 5–2 sob as ordens do treinador Júlio Cardoso. Ao final da época 30/31, a equipa conquistou o título de campeã do concelho de Santo Tirso, porém sem ascender no campeonato distrital da AFP, uma vez que não obteve a pontuação necessária no torneio inter-campeões concelhios.
Em 1933, a colectividade entra em declínio, com os jogadores e a massa associativa a desinteressarem-se pelo desporto. Os primeiros não aparecem aos treinos e os assistentes comparecem no campo em número reduzido. Nem as competições desportivas, traduzidas na sua maioria por vitórias, ajudaram a libertar a colectividade da crise que a minava. Em 1934, o Clube Desportivo Trofense conseguiu pela terceira vez vencer o campeonato do concelho.
Sem parque de jogos, por falta de pagamento de renda, sem massa associativa e sem atletas o Trofense suspende a prática desportiva a nível concelhio e promocionário, não inscrevendo a sua equipa nos campeonatos a partir da época de 35/36. Esta situação manteve-se por cerca de 15 anos, porém, neste tempo, a prática desportiva não deixou de prosseguir, graças a Américo Campos e um punhado de desportistas.
Em 1950, no dia 24 de Dezembro é inaugurado o actual parque de jogos; desde então, até à época 01/02, o Trofense tem vindo a disputar os campeonatos regularmente, cumprindo o calendário anual.
No Verão quente de 1993, a Trofa viveu tempos difíceis, tendo os populares revoltando-se contra a decisão do Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol. Uma vez, que este havia determinado que o jogo Varzim x Trofense tinha de ser repetido. O jogo já se tinha realizado em Marco de Canaveses, por interdição do estádio do Varzim, após decisão do mesmo órgão da Federação, quando o Trofense havia vencido por 1–0.
Com a reprovação da proposta de alargamento da 2ª divisão B e a não restituição ao Varzim dos pontos perdidos pela desclassificação do Valpaços, o Varzim encontrava-se no final do campeonato num lugar de despromoção e assim iria jogar na próxima temporada na 3ª divisão. Mas, não se sabe o porquê e como, a 1ª secção do Conselho de Justiça deu provimento do recurso do Varzim e mandou repetir o jogo na Póvoa. É de referir que, neste jogo, que o Conselho de Justiça mandou repetir, o vencedor ficaria no mesmo escalão e o derrotado iria disputar a 3ª divisão. Após as manifestações na Trofa, Porto (Associação Futebol do Porto) e Lisboa (Federação Portuguesa de Futebol) o Conselho de Justiça dá como reprovado o recurso que o Clube Desportivo Trofense apresentou, considerando este último a repetição do jogo ilegal. Os sócios em assembleia geral decidem a não comparência do Trofense no jogo da Póvoa e assim disputar a 3ª divisão, série B na época seguinte. Na assembleia geral obtiveram-se os seguintes resultados: - votos entrados 612; Sim à 3ª divisão 429; Sim à 2ª divisão 183.
Destaca-se em todo este processo os violentos confrontos dos populares com Guarda Nacional Republicana, sendo o ponto alto destes confrontos uma assembleia geral do Clube na qual se decidia a comparência ou não ao jogo da Póvoa, no quartel dos Bombeiros Voluntários de Trofa
| Temporada | I | II | II B | III | AF | Pontos | Jornadas | V | E | D | G.M. | G.S. | Diff. |
| 2008-2009 | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ||||
| 2007-2008 | 1 | 52 pts | 30 | 13 | 13 | 4 | 35 | 22 | +13 | ||||
| 2006-2007 | 11 | 36 pts | 30 | 9 | 9 | 12 | 27 | 26 | +1 | ||||
| 2005-2006 | 1 | 52 pts | 26 | 15 | 7 | 4 | 45 | 22 | +23 | ||||
| 2004-2005 | 15 | 49 pts | 38 | 13 | 10 | 15 | 46 | 48 | -2 | ||||
| 2003-2004 | 5 | 55 pts | 36 | 15 | 10 | 11 | 51 | 46 | +5 | ||||
| 2002-2003 | 2 | 70 pts | 34 | 20 | 10 | 4 | 58 | 32 | +26 | ||||
| 2001-2002 | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ... | ||||
| 2000-2001 | 18 | 41 pts | 38 | 10 | 11 | 17 | 35 | 53 | -18 | ||||
| 1999-2000 | 10 | 44 pts | 34 | 12 | 8 | 14 | 47 | 53 | -6 | ||||
| 1998-1999 | 4 | 62 pts | 34 | 17 | 11 | 6 | 49 | 33 | +16 |
| Competições | Nº Presenças | Títulos |
|---|---|---|
| Primeira Liga | 1 (Garantiu o acesso em 04/05/2008) | - |
| Segunda Liga | 2 | 1 |
| II Divisão B | 13 | - |
| III Divisão | 9 | 1 |
| Taça de Portugal | 25 | - |
| Taça da Liga | 1 | - |
|
|