| Caseum | |
|---|---|
| Cáseos em diferentes tamanhos. | |
| Especialidade | otorrinolaringologia |
| Classificação e recursos externos | |
| CID-10 | J35.8 |
| CID-9 | 474.8 |
O cáseo amigdaliano (ou tonsilólito) são mineralizações de resíduos dentro das cavidades das amígdalas. Possíveis sintomas são mau hálito, desconforto e irritação nas amígdalas, dificuldade em engolir e tosse.
Não é raro que seja confundido como placa bacteriana, pus ou até mesmo pedaços de dente. O seu surgimento pode ser indicativo de uma infecção como a amigdalite ou ser acompanhado de inflamação da garganta.
O cáseo não é contagioso e pode ser expelido durante a fala, tosse ou espirros. Pode ainda ser removido das amígdalas mediante a utilização de instrumentos ou “apertando-se” as amígdalas, podendo gerar ferimentos nestes casos.
Esta condição afecta uma significativa percentagem da população, na ordem dos 10%, podendo durar anos ou a vida inteira. As cirurgias, conservadoras ou não, têm sido alternativas viáveis de tratamento. No entanto, não existe nenhum método de tratamento não-invasivo e de baixo custo que apresente resultados satisfatórios. No Brasil, registam-se mais de 150 mil casos por ano.
Amigdalectomia, a remoção cirúrgica das amígdalas, é um procedimento médico que pode ser feito de duas formas: laser (dispositivos que utilizam luz altamente concentrada para cortar, queimar ou remover tecidos do corpo) ou raspagem de tecido (remoção de tecido por raspagem com um instrumento cirúrgico chamado cureta).

O tonsilólito pode não ser assintomático, no entanto é comum causar mau hálito. Ocassionalmente poderá haver dificuldade em engolir, sabor metálico, tosse, irritação e desconforto nas amígdalas. Quando o cáseo amigaliano é de maior proporções pode causar uma infeção nas amígalas, inflamação da garganta, dor de ouvido.
Geralmente, pode ser tratado pela própria pessoa, removendo com pinças, cotonetes, ou até mesmo o próprio dedo. Muitos não precisam de tratamento. Os maiores podem ser removidos por um médico.
Geralmente diagnosticável pela própria pessoa. Não requer exames laboratoriais ou de imagem.
| IDADE | |
| 0-2 anos | Raro |
| 3-5 anos | Raro |
| 6-13 anos | Comum |
| 14-18 anos | Muito comum |
| 19-40 anos | Muito comum |
| 41-60 anos | Muito comum |
| +60 anos | Muito comum |