Centro de Arte Moderna Gulbenkian Centro de Arte Moderna | |
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| Tipo | museu de arte, museu de arte moderna, museu de arte contemporânea |
| Inauguração | 1983 (43 anos) |
| Acervo | 11 887 obra criativa |
| https://gulbenkian.pt/cam/en/ Página oficial (Website) | |
| Geografia | |
| Coordenadas | |
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| Localidade | Fundação Calouste Gulbenkian |
| Localização | Avenidas Novas - Portugal |
O Centro de Arte Moderna Gulbenkian (CAM) é um dos principais espaços para a arte contemporânea em Portugal, englobando uma das maiores coleções de arte portuguesa moderna e contemporânea. O seu edifício esteve em renovação, com um projeto de Kengo Kuma, até 20 de setembro de 2024.
Constituída desde o final dos anos de 1950, a Coleção Moderna reúne os artistas mais representativos do século XX português até à atualidade; inclui ainda obras de autores internacionais, nomeadamente um núcleo de arte britânica adquirida desde o final dos anos 50 e obras de arte arménias.
Para além de possuir a maior colecção de arte portuguesa do século XX e XXI, de que apresenta em permanência um núcleo selecionado (periodicamente renovado), o CAM tem uma programação diversificada de exposições temporárias que se realizam no seu edifício e na Sede da Fundação.
Em junho de 2016, o Museu Calouste Gulbenkian reuniu sob o mesmo nome as coleções de arte antiga e moderna da fundação, desaparecendo a designação de Centro de Arte Moderna.
O seu sector de Educação favorece o debate em torno de temática da Cultura Visual na Contemporaneidade, da História de Arte e da Estética, desenvolvendo diversas iniciativas. O Jazz em Agosto é também uma realização anual: durante duas semanas, com uma oferta que se tem situado entre os 12 a 20 concertos na revelação de aspectos mais inovadores do Jazz.
O edifício é da autoria de Sir Leslie Martin e seus associados. A sua construção teve início em Maio de 1980, sendo composto por 3 pisos numa área total de 13.800 m². Após a renovação terminada em 2024, o edifício conta com um acréscimo de uma grande pala de madeira coberta por 3274 azulejos cerâmicos − denominada "Engawa" − e um "Jardim Sul" projetado por Vladimir Djurovic.
Desde a sua reabertura, o CAM conta com uma galeria de arte moderna, com exposições semi-permanentes, e diversas galerias mais focadas em arte contemporânea e artistas jovens, incluindo uma galeria dedicada à arte sonora. Até agosto de 2026, o CAM teve, no seu Espaço Engawa, o programa Institution(ing)s, um programa de "residências artísticas, exposições, laboratórios, workshops, performances e conversas".
O CAM é conhecido, também, pelos eventos realizados debaixo da sua pala Engawa ao longo do ano.
O prémio Maria Madalena de Azeredo Perdigão é atribuído também anualmente, com o objectivo de destacar, no campo das artes do espectáculo, um artista português ou estrangeiro, que esteja a desenvolver a sua carreira em Portugal, e que indubitavelmente se distinguida, pelo carácter inovador e originalidade, da sua obra, e indiscutivelmente contribua para o alargamento das fronteiras estéticas e dos modelos de produção usuais.