Chiador | |
|---|---|
| Hino | |
| Gentílico | chiadorense |
![]() | |
| Coordenadas: 22° 00′ 10″ S, 43° 03′ 28″ O | |
| País | Brasil |
| Unidade federativa | Minas Gerais |
| Municípios limítrofes | Mar de Espanha, Santana do Deserto, Além Paraíba, Comendador Levy Gasparian (RJ), Sapucaia (RJ), Três Rios (RJ) |
| Distância até a capital | 342 km |
| Fundação | 1 de janeiro de 1954 (72 anos) |
| Governo | |
| • Prefeito(a) | Itiberê Rodrigues dos Santos (PSDB, 2025–2028) |
| Área | |
| • Total | 252,852 km² |
| População | |
| • Total (IBGE/2024) | 2 865 hab. |
| Densidade | 11,3 hab./km² |
| Clima | Não disponível |
| Fuso horário | Hora de Brasília (UTC−3) |
| CEP | 36630-000 a 36639-999 |
| IDH (PNUD/2010 ) | 0,711 — alto |
| PIB (IBGE/2021) | R$ 37 253,47 mil |
| • Per capita (IBGE/2021) | R$ 14 020,88 |
| Sítio | www.chiador.mg.gov.br (Prefeitura) www.chiador.cam.mg.gov.br (Câmara) |
Chiador é um município brasileiro do estado de Minas Gerais, situado na Zona da Mata, na divisa com o estado do Rio de Janeiro. Sua população, estimada em 2024, era de 2 865 habitantes.
Por volta de 1842, o português Antônio Joaquim da Costa, vindo da então Vila de Barbacena, instalou-se com a família nas matas que margeavam o rio Paraíba do Sul, dando início ao povoamento. O topônimo provém do "chiado" perene produzido por uma corredeira do rio, próxima à estação ferroviária.
O distrito foi criado pela lei provincial nº 2 586, de 3 de janeiro de 1880, e confirmado pela lei estadual nº 2, de 14 de setembro de 1891, com a denominação de Santo Antônio do Chiador. Pelo decreto-lei estadual nº 148, de 17 de dezembro de 1938, passou a chamar-se apenas Chiador. Foi elevado à categoria de município pela lei estadual nº 1 039, de 12 de dezembro de 1953, com instalação em 1º de janeiro de 1954, na comarca de Mar de Espanha.
O município integra a mesorregião da Zona da Mata e a microrregião de Juiz de Fora, ocupando uma área de 252,852 km².
Em 2021, o produto interno bruto (PIB) per capita do município era de R$ 14 020,88.
O município é atravessado pela Linha Auxiliar da antiga Estrada de Ferro Central do Brasil, onde sua estação ferroviária (datada de 1869 e reformada recentemente como medida compensatória pela implantação do empreendimento Aproveitamento Hidrelétrico (AHE) de Simplício), vale lembrar que a mesma estação ferroviária, é considerada a primeira inaugurada em solo mineiro (na verdade, a estação de Santa Fé, também no município, tem a mesma data de inauguração), anterior mesmo às estações da linha do Centro da Central do Brasil, aberta um ano mais tarde. É um ponto turístico muito frequentado por visitantes.