Esses beija-flores possuem um comprimento médio entre oito aos 11 centímetros, que é característico da subfamília dos troquilíneos, conhecidos como "beija-flores verdadeiros". Os beija-flores-de-garganta-verde são geralmente ligeiramente maiores do que o beija-flor-de-peito-azul, além de apresentarem cores mais chamativas em sua plumagem. Essas aves possuem bicos pretos com maxilar escuro e mandíbula rosada, com seu comprimento variando entre subespécies. A parte superior das subespeciações nominais mostra-se normalmente em uma coloração verde-bronzeada ou, ainda, verde-dourada. Sua cabeça, assim como o pescoço e os flancos são verde-bronzeado. Estas se diferenciam pela coloração do abdômen, que nos de-peito-azul é, assim como seu nome indica, azulado, e nos de-garganta-verde, apresenta uma cor verde e na região inferior é esbranquiçada. Os machos e fêmeas se diferenciam pela intensidade da cor da plumagem e pelo comprimento, sendo muito similares.
Chionomesa lactea lactea (Lesson, 1832) — subespécie nominal e endêmica do Brasil, pode ser encontrado desde o sul da Bahia ao nordeste do estado de São Paulo
Chionomesa zimmeri (Gilliard, 1941) — endêmico da Venezuela, pode ser encontrado exclusivamente nos tepuis do sudeste venezuelano
Chionomesa lactea bartletti (Gould, 1866) — pode ser encontrado no leste do Peru ao norte da Bolívia
Chionomesa fimbriata (Gmelin, 1789), beija-flor-de-garganta-verde — pode ser encontrado desde o extremo-norte da Venezuela, seguindo às Guianas, leste da Colômbia, Bolívia e Equador ao norte e centro do Brasil
Chionomesa fimbriata fimbriata (Gmelin — pode ser encontrado na região amazônica desde o nordeste venezuelano, nas Guianas ao norte do Brasil
Chionomesa fimbriata elegantissima (Todd, 1942) — pode ser encontrado desde o extremo-nordeste da Colômbia e norte da Venezuela
Chionomesa fimbriata apicalis (Gould, 1861) — pode ser encontrado desde a região andina do leste colombiano
Chionomesa fimbriata fluviatilis (Gould, 1861) — pode ser encontrado desde o sudeste da Colômbia e leste equatoriano
Chionomesa fimbriata laeta (Hartert, 1900) — subespécie endêmica, pode ser encontrada exclusivamente no nordeste do Peru
Chionomesa fimbriata nigricauda (Elliott, 1878) — pode ser encontrado na região do sul amazônica desde leste da Bolívia e região central do Brasil
Chionomesa fimbriata tephrocephala (Vieillot, 1818) — pode ser encontrado exclusivamente no Brasil, na costa leste desde o Espírito Santo ao Rio Grande do Sul
Referências
12Gill, Frank; Donsker, David; Rasmussen, Pamela, eds. (11 de agosto de 2022). «Hummingbirds». International Ornithologists' Union. IOC World Bird List Version 12.2. Consultado em 2 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 28 de julho de 2026
↑Beekes, Robert S. P. (2010). van Beek, Lucien, ed. «Etymological Dictionary of Greek». Brill Academic Pub. Leiden Indo-European Etymological Dictionary Series. 10. ISBN9789004174207. Consultado em 3 de outubro de 2022