| Climbing Mount Improbable | ||||
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| A escalada do monte improvável. | ||||
| A Escalada do Monte Improvável [PT] A Escalada do Monte Improvável : uma defesa da teoria da evolução. [BR] | ||||
| Autor(es) | Richard Dawkins | |||
| Idioma | Inglês | |||
| Assunto | 1.Genética evolucionária 2. Morfogênese 3. Seleção Natural | |||
| Gênero | Seleção Natural : Ciências biológicas | |||
| Ilustrador | Lalla Ward | |||
| Editora | Norton | |||
| Lançamento | 1996 | |||
| Páginas | 340 | |||
| ISBN | 0-393-03930-7 | |||
| Edição portuguesa | ||||
| Tradução | Fernanda Alcântara | |||
| Editora | Gradiva | |||
| Lançamento | 1999 | |||
| Páginas | 363 | |||
| ISBN | 972-662-654-4 | |||
| Edição brasileira | ||||
| Tradução | Suzana Sturlini Couto | |||
| Arte de capa | Marc Cohen | |||
| Editora | Companhia das Letras | |||
| Lançamento | 2 de maio de 1998 | |||
| Páginas | 376 | |||
| ISBN | 9788571647763 | |||
| Cronologia | ||||
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A Escalada do Monte Improvável é um livro do biólogo Richard Dawkins, lançado em 1996.
Este livro discorre sobre probabilidade e como esta se aplica à teoria da evolução, além de demonstrar como pode a natureza produzir organismos tão complexos a partir da seleção natural. O livro é ilustrado pela esposa de Dawkins, Lalla Ward. O assunto tem aplicação tão abrangente que pode ser encontrado em bibliotecas de cursos de biologia, matemática, ciências sociais e outros.
O livro foi elogiado em relação ao uso de analogias simples a explicar os fundamentos da evolução, embora tenha sido criticado pelo foco excessivo numa visão da evolução centrada nos genes ultra-redutora, e por ser em grande parte repetição dos argumentos já apresentados em suas obra anteriores. Stephen Jay Gould elogiou Dawkins e este livro pela sua "luta em comum" de elucidar o público em geral sobre a Evolução, e considerou Dawkins como um dos melhores a conseguir explicar o "paradoxo de como um processo sem intencionalidade, [...] pode gerar organismos com tamanho desenho intrincado e adaptativo". No entanto, criticou-o pela metáfora usada como enredo central do livro, e pela inconsistência lógica.