| Clive Davis | |
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Davis em 2025 | |
| Informações gerais | |
| Nome completo | Clive Jay Davis |
| Nascimento | 4 de abril de 1932 Brooklyn, Nova Iorque, Estados Unidos |
| Morte | 22 de junho de 2026 (94 anos) Manhattan, Nova Iorque |
| Nacionalidade | norte-americano |
| Gêneros | R&B, pop, rock |
| Ocupação | produtor, empresário |
| Período em atividade | 1960–2026 |
| Gravadora | Sony Music |
| Afiliações | Leona Lewis, Dionne Warwick, Whitney Houston, Kenny G, The Notorious B.I.G., Aretha Franklin, Toni Braxton, Air Supply |
Clive Jay Davis (Brooklyn, 4 de abril de 1932 – Manhattan, 22 de junho de 2026) foi um produtor musical e empresário norte-americano, fundador da gravadora Arista Records. Conhecido por ter descoberto talentos como a banda Aerosmith, as cantoras Whitney Houston e Janis Joplin, entre outros, venceu cinco Grammy Awards, sendo membro do Rock and Roll Hall of Fame.
De 1967 a 1973, Clive Davis foi presidente da Columbia Records. Ele foi o fundador e presidente da Arista Records de 1974 a 2000, até fundar a J Records. De 2002 a abril de 2008, foi presidente e CEO do RCA Music Group (que incluía a RCA Records, a J Records e a Arista Records), presidente e CEO da J Records e presidente e CEO da BMG North America.
Em 1974, Davis fundou a Arista Records. Este selo logo se transformou em um dos mais variados de toda a indústria musical. Fazem parte da gravadora artistas renomados como Leona Lewis, Barry Manilow, Dionne Warwick, Whitney Houston, Mónica, Gary Glitter, Exposé, Angie Aparo, Sarah McLachlan, Annie Lennox, Kenny G, The Notorious B.I.G., Diddy, Aretha Franklin, Toni Braxton, Air Supply, Ace of Base, The Alpha Band, The Grateful Dead, TLC, Willie Nile, Nona Hendryx, Fantasia Barrino, Patti Smith e Ringo Starr.
Em 2018, Davis era o diretor criativo da Sony Music Entertainment.
Em 2013, aos 80 anos, Davis assumiu-se publicamente como bissexual na sua autobiografia The Soundtrack of My Life. No talk show diurno Katie, disse à apresentadora Katie Couric que esperava que a sua revelação levasse a uma "maior compreensão" da bissexualidade. A autobiografia foi a base para o documentário de duas horas Clive Davis: The Soundtrack of Our Lives.
Clive Davis morreu em 22 de junho de 2026, aos 94 anos, após ter sido hospitalizado com problemas respiratórios.