
A campana, cincerro (do espanhol "cencerro"), choca em Portugal,, caneca em Cabo Verde ou cowbell, é um Instrumento de percussão do tipo idiofone percutido.
O instrumento musical deriva do pequeno sino homônimo, feito de metal, de som indefinido, generalmente cilíndrico e com badalo, que se prende ao pescoço das reses para localizar o animal ou para guiar o rebanho.

Em inglês, o termo cowbell ("sino de vaca") designa tanto o sino usado pelos animais como o instrumento de percussão derivado. Mas, à diferença dos sinos de vaca, o instrumento de percussão não tem badalo. O cincerro também não deve ser confundido com os diversos tipos de chocalhos, que são idiofones de agitamento, e não idiofones percutidos diretamente .
O instrumento pode ser construído a partir de vários materiais (cobre, aço ou outras ligas) e em diferentes tamanhos, visando a obtenção de alturas diferentes. É geralmente percutido com baquetas de bateria, embora também existam baquetas específicas para o instrumento.
Os cincerros desempenham um papel importante na música latino-americana, servindo para acentuar o ritmo. Nas orquestras de música latino-americana, são, em geral, agrupados entre os pequenos instrumentos de percussão. Podem ser montados numa armação que também suporta os timbales. Também podem ser montados numa bateria.
Este instrumento também é bastante usado no rock and roll. Como exemplos de usos proeminentes do instrumento neste contexto temos as músicas "Nightrain", do Guns n' Roses e "Don't Fear the Reaper" do Blue Öyster Cult.
“More cowbell” (“mais sino de vaca”) é uma expressão americana usada como uma recomendação humorística para melhorar uma performance musical. A frase se originou de Christopher Walken, que a pronunciou em um esquete de comédia exibido no programa Saturday Night Live em 8 de abril de 2000.
Os sinos de vaca (cowbells) às vezes são populares como instrumentos de barulho em eventos esportivos, apesar das tentativas de suprimi-los. Embora diferentes equipes esportivas pareçam ter suas próprias histórias para explicar o uso dos cowbells em seus jogos, é improvável que tantas equipes, em diferentes níveis esportivos e regiões geográficas, não compartilhem uma razão cultural comum para essa prática. Embora a origem dos cowbells como instrumentos de torcida seja incerta, a explicação mais plausível está associada ao beisebol em seus primórdios.
| A bateria |
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1 Prato de condução | 2 surdo | 3 Tom-tom |
| Outros componentes |
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Prato de ataque | Prato chinês | |
No século XIX, jogos de beisebol eram frequentemente disputados em pastagens, já que a sociedade americana era predominantemente agrária. Os cowbells eram facilmente encontrados — ou retirados do pescoço das vacas no local — e passaram a ser usados como instrumentos de barulho. A tradição naturalmente se expandiu e se tornou comum em vários eventos esportivos, não apenas no beisebol.
Nos Estados Unidos, eles são mais fortemente associados à Mississippi State University, cujos torcedores de futebol americano contrabandeavam cowbells aos milhares, apesar da proibição de instrumentos sonoros artificiais pela conferência à qual a universidade pertencia, a Southeastern Conference (SEC). As diretrizes da SEC foram alteradas em 2010 para permitir o uso limitado dos cowbells nos jogos de futebol americano da Mississippi State, e novamente em 2014 para permitir que fossem tocados livremente em qualquer momento, exceto entre o momento em que o center ofensivo se posiciona sobre a bola até o apito final da jogada.
Em outras partes do futebol americano universitário, o cowbell também pode ser encontrado nos jogos de Penn State e Michigan, onde é tocado com um ritmo específico e um canto que o acompanha.