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| Dedaleiro | |||||||||||||||
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| Estado de conservação | |||||||||||||||
Pouco preocupante (IUCN 2.3) | |||||||||||||||
| Classificação científica | |||||||||||||||
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| Nome binomial | |||||||||||||||
Lafoensia pacari St.-Hil. | |||||||||||||||
O dedaleiro (Lafoensia pacari Saint-Hilaire) é uma árvore brasileira da família Lythraceae.
Árvore de baixo a médio porte, tem floração e frutos muito vistosos.
Ocorre no cerrado, nos estados do Paraná, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia, São Paulo e Tocantins. Encontrada também no Paraguai.

A espécie Lafoensia pacari foi descrita formalmente por Auguste de Saint-Hillaire em Flora Brasiliae meridionalis em 1833.
Na descrição, Saint-Hillaire destaca entre os caracteres: "folhas quase sésseis, mais ou menos elípticas, no ápice acuminadas, com a ponta muitas vezes deformada; brácteas subterminais; flores com 10–12 pétalas, botões florais subglobosos; cápsula ovado-globosa, apiculada, algo comprimida."
Relata também que o nome vulgar pacari era utilizado entre os habitantes de uma parte da província de Minas Gerais chamada Sertão e que era usada para tinturas, extraindo-se uma "belíssima cor amarela de suas cascas e folhas" (cortice foliisque pulcherrimus color luteus extrahitur).
Estão sinonimizados sob o nome Lafoensia pacari A. St.-Hill. os taxa Lafoensia sessilifolia Klotzch ex Koehne, Lafoensia densiflora Pohl e Lafoensia lucida Klotzch ex Koehne.
A árvore também é conhecida pelos nomes dedaleira-amarela, candeia-de-caju, mangaba-brava, pacari, pacari-do-mato e pacari-do-sertão.