| Defending Your Life | |
|---|---|
| No Brasil | Um Visto para o Céu |
| Estados Unidos 1991 • cor • 112 min | |
| Gênero | comédia dramática comédia romântica fantasia |
| Direção | Albert Brooks |
| Produção | Robert Grand Michael Grillo Herb Nanas |
| Roteiro | Albert Brooks |
| Elenco | Albert Brooks Meryl Streep Rip Torn Lee Grant Buck Henry |
| Música | Erroll Garner Michael Gore |
| Cinematografia | Allen Daviau |
| Edição | David Finfer |
| Companhia produtora | The Geffen Film Company |
| Distribuição | Warner Bros. |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
| Receita | US$ 16,4 milhões |
Defending Your Life (bra: Um Visto para o Céu) é um filme estadunidense de 1991, do gênero comédia dramático-romântico-fantástica, escrita e dirigida por Albert Brooks.
Conta a história de um homem que, após a morte, deve se defender de algumas faltas importantes que cometeu em vida, principalmente por terem sido comandadas pelo medo. Essa defesa ocorre num local denominado "Cidade do Julgamento", construído à semelhança de muitas cidades americanas. A depender do resultado do julgamento, a pena pode ser reencarnar no planeta Terra ou, no caso de sucesso, num planeta mais adiantado.O filme recebeu críticas positivas na maioria das críticas e detém uma classificação de 97% no Rotten Tomatoes (baseado em 32 comentários).
A Revista Variety classificou como "inventive e de leve capricho"<-- Traduzir in which Brooks has a "little fun with the Liliom idea of being judged in a fanciful afterlife, but he doesn't carry his conceit nearly far enough."--> Roger Ebert chamou de "engraçado de um jeito caloroso, fuzzy" e um filme com um "final esplendidamente satisfatório, o que é incomum para um filme dirigido por Albert Brooks film." The New York Times chamou o filme de "o mais perceptivo e convincente desta recente onda de filmes carpe diem; uma referência para filmes como Dead Poets Society (1989), Field of Dreams (1989), e Ghost (1990). Richard Schickel escreveu:
Defending Your Life is better developed as a situation than it is as a comedy (though there are some nice bits, the stand-up comedian asking Daniel how he died- "on stage, like you" and a hotel lobby sign that reads, WELCOME KIWANIS DEAD). But Brooks has always been more of a muser than a tummler, and perhaps more depressive than he is manic. He asks us to banish the cha-cha-cha beat of conventional comedy from mind and bend to a slower rhythm. His pace is not that of a comic standing up at a microphone barking one-liners, but of an intelligent man sitting down by the fire mulling things over. And in this case offering us a large slice of angel food for thought.
Sobre a resposta dos fãs ao longo dos anos, Brooks disse à Rolling Stone: "Eu recebi milhares e milhares de cartas de pessoas que tinham parentes que estavam morrendo, ou eles estavam morrendo, e o filme fez com que eles se sentissem melhor. Eu acho que é porque apresenta alguma possibilidade que não envolve nuvens e imagens fantasmagóricas".