| A Conquista da Lua | |
|---|---|
| 'Destination Moon' | |
Cartaz promocional | |
| Estados Unidos 1950 • cor • 92 min | |
| Género | |
| Direção | Irving Pichel |
| Produção | George Pal |
| Roteiro | |
| Narração | Rocketship Galileo, de Robert A. Heinlein |
| Elenco | |
| Música | Leith Stevens |
| Cinematografia | Lionel Lindon |
| Direção de arte |
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| Efeitos especiais | Lee Zavitz |
| Edição | Duke Goldstone |
| Companhia produtora | George Pal Productions |
| Distribuição | |
| Lançamento | |
| Idioma | inglês |
Destination Moon (bra/prt: A Conquista da Lua) é um filme estadunidense de 1950, dos gêneros ficção científica e aventura, dirigido por Irving Pichel, com roteiro de James O'Hanlon, Rip Van Ronkel e Robert A. Heinlein baseado no romance Rocketship Galileo, de Heinlein.
| Prêmio | Categoria | Recipiente | Resultado |
|---|---|---|---|
| Oscar 1951 | Melhor direção de arte | Ernst Fegté, George Sawley | Indicado |
| Melhores efeitos visuais | George Pal Productions | Venceu | |
| Globo de Ouro 1951 | Melhor trilha sonora | Leith Stevens | Indicado |
Os testes com foguetes V-2 de grande porte falham e o governo americano desiste de continuar as pesquisas sob os rumores de sabotagem. O cientista de foguetes Dr. Charles Cargraves e o militar entusiasta pelo Espaço General Thayer então procuram o magnata da aviação Jim Barnes que convence outros empresários americanos patriotas a reunirem os fundos necessários para a construção de um novo foguete que será lançado para a Lua, sob a notícia de que ocorre uma corrida espacial com outros paises e o temor de que podem querer usar aquele satélite como base de lançamento de mísseis. Mas o projeto causa controvérsia popular devido a utilização de um motor atômico e pouco antes do lançamento aparece um oficial com um mandado para a interrupção do procedimento. A tripulação se completa com o operador de rádio Joe Sweeney que substitui de última hora o tripulante anterior. O lançamento é feito e apesar dos problemas com a antena de rádio o foguete seguirá com sucesso rumo à Lua.
Em função das posições políticas de Heinlein, muitos criticaram o filme interpretando-o como instrumento de propaganda militar americana