| Dick Siebert | |
|---|---|
| Informações gerais | |
| Nome completo | Ricardo Siebert Dib |
| Origem | São Paulo, São Paulo |
| País | Brasil |
| Gêneros | Thrash metal, Heavy metal |
| Período em atividade | 1984–presente |
| Gravadoras | AFM Records, Devil Discos |
| Afiliação | Korzus |
Ricardo Siebert Dib, conhecido artisticamente como Dick Siebert, é um músico e artista plástico brasileiro, notório por seu trabalho como baixista da banda de thrash metal Korzus, da qual faz parte de forma contínua desde 1984. No âmbito das artes visuais e da cenografia, possui reconhecimento na cena musical nacional por atuar na confecção de painéis de fundo de palco para diversos grupos de diferentes gêneros.
Siebert ingressou no Korzus em 1984, aproximadamente um ano após a fundação do grupo. Sua primeira participação fonográfica ocorreu em 1985, mediante a gravação das faixas "Guerreiros do Metal" e "Príncipe da Escuridão" para a coletânea SP Metal 2, editada pelo selo paulistano Baratos Afins. Desde sua entrada, estabeleceu-se como um integrante fixo, estando presente na execução e gravação de todos os álbuns de estúdio e registros ao vivo da banda.
Ao longo das décadas seguintes, o instrumentista acompanhou e registrou o desenvolvimento sonoro do Korzus, executando o baixo em obras referenciais do gênero no Brasil, a exemplo de Sonho Maníaco (1987), Mass Illusion (1991), Ties of Blood (2004) e Discipline of Hate (2010), participando também do subsequente circuito de turnês em território nacional e no exterior.
Paralelamente à carreira como músico, Siebert desenvolveu atividade profissional nos bastidores da indústria fonográfica atuando como pintor e cenógrafo. Ele é responsável pela confecção de cenários de palco para apresentações ao vivo. Seu portfólio documentado contabiliza a produção de painéis para centenas de bandas dos circuitos musicais brasileiros, incluindo trabalhos para o Sepultura, Angra, Ratos de Porão, CPM 22, Ira! e Charlie Brown Jr..
No exercício de sua função como instrumentista, Siebert utiliza contrabaixos de quatro e cinco cordas. Seu arsenal compreende instrumentos de fabricantes internacionais e modelos confeccionados sob medida por luthierias brasileiras. No aspecto da captação e amplificação, o músico alterna entre sistemas ativos e passivos, modelando suas frequências através de amplificadores e pedais de pré-amplificação, visando atender à exigência de timbres graves e pesados característicos de seu gênero musical.
Com o Korzus: