| Docuz Catum | |
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Hulagu e Docuz Catum | |
| Catum do Ilcanato | |
| Reinado | 1256 – 8 de fevereiro de 1265 |
| Consorte de | Hulagu Cã |
| Sucessor(a) | Bulucã Catum |
| Dados pessoais | |
| Morte | 16 de junho de 1265 |
| Casa | Queraítas |
| Pai | Uiqu |
| Religião | Cristianismo oriental |
Docuz Catum, ou Doquz Khatun, foi uma princesa dos queraítas que se casou com Hulagu Cã, fundador do Ilcanado e neto de Gêngis Cã.
Docuz Catum era, possivelmente, uma neta do cã queraíta Tugril, através de seu filho Uiqu ou Abaqu. Ela foi primeiramente dada ao filho mais novo de Gêngis Cã e de Borte, Tolui, após a morte de seu avô. Mas após a morte de Tolui em 1232, ela foi casada a Hulagu, seu enteado, em forma de levirato. Ela era conhecida por acompanhar Hulagu nas campanhas. No Cerco de Bagdá de 1258, os mongóis massacraram dezenas de milhares de habitantes, mas através da influência de Docuz, os cristãos foram poupados.
Algumas fontes indicam que Docuz Catum era uma assíria por origem, que aderiu à Igreja do Oriente. Ela é frequentemente mencionada como uma grande benfeitora de fé cristã. Quando enviados mongóis chegaram na Europa, eles tentaram usar o cristianismo de Docuz para a vantagem deles, ao clamar que as princesas mongóis como Docuz e sua tia Sorcaquetani Begui eram filhas do lendário Preste João.
Docuz Catum era uma apoiadora de seu enteado Abaca, e ela reteve posição influente mesmo após a morte de seu marido. Ela assegurou a sucessão de Denha I ao trono patriarcal da Igreja do Oriente em suas capacidades. Ela morreu em 16 de junho de 1265, quatro meses após seu marido. Estêvão Orbeliano depois declarou que ela foi envenenada por Xameçadim Juveini.