Dragon Quest II: Luminaries of the Legendary Line

Dragon Quest II:
Luminaries of the Legendary Line
DesenvolvedoraChunsoft
PublicadoraEnix
DiretorKoichi Nakamura
ProdutorYukinobu Chida
ProjetistaYuji Horii
EscritorYuji Horii
ProgramadorKoichi Nakamura
ArtistaAkira Toriyama
CompositorKoichi Sugiyama
SérieDragon Quest
PlataformasFamily Computer
Disk System

Nintendo Entertainment
System
Conversões
Lançamento
  • JP: 26 de janeiro de 1987
  • AN: setembro de 1990
GêneroRPG eletrônico
Modos de jogoUm jogador

Dragon Quest II: Luminaries of the Legendary Line (Dragon Quest 2 Os Luminares da lendária linhagem), chamado no Japão de Dragon Quest II: Akuryō Sem Kamigami (ドラゴンクエストII 悪霊の神々, Doragon Kuesuto Tsū Akuryō No Kamigami) (Em portugues: Dragon Quest 2: O panteão dos espiritos malignos) e de Dragon Warrior II nas versões norte-americanas também conhecido como , é um jogo de RPG desenvolvido pela Chunsoft e publicado pela Enix em 1987 para o Famicom e para o MSX e na América do Norte pela Nintendo em 1990 para o Nintendo Entertainment System, sendo parte da série Dragon Quest (que era conhecida na América do Norte como Dragon Warrior).

História

A história do jogo se passa 100 anos após o primeiro game, depois os eventos do primeiro jogo como descrito no final, o herói se casa com a princesa Gwaelin (Laura no original em japones), juntos, os dois vão morar nas terras para além de Alefgard (aonde se passa o jogo original) em uma região chamada Torland.

Seus filhos criam então 3 reinos, Midenhall (Laurasia no original em japones), Cannock (no japão Samartoria) e Moonbrooke.

Os anos de paz nesses reinos acabam quando o maligno feiticeiro Hargon e seu culto atacam o castelo de Moonbrooke, antes do castelo cair, um dos soldados a beira da morte escapa e informa o rei de Midenhall da vindoura ameaça.

O rei, já muito velho, incumbe então a seu filho, o Príncipe de Midenhall a buscar por ajuda daqueles que possuem o sangue de Erdrick, seu heroico ancestral, para que juntos consigam deter Hargon e seus servos.

Personagens

Jogabilidade

O jogo apresenta uma expansão das ideias apresentadas no título antecessor, sendo seu principal chamativo as batalhas em times ao contrario do primeiro título aonde eram combates 1 contra 1.

Status negativos outrora inexistentes como envenenamento foram implementados nesse segundo game, para acomodar tal mudança, as igrejas agora possuem o papel de ponto de cura/ressurreição ao invés de meras aparições cosméticas.

Os feitiços no game agora não apenas se limitavam a dano/cura/sono, os jogadores puderam pela primeira vez alterar status de inimigos ou aliados como a defesa, dando maior variabilidade aos confrontos.

O mapa do jogo aumentou consideravelmente em relação a Dragon Quest, sendo maior que o dobro do tamanho de seu antecessor, já na navegação do mapa os jogadores podiam acessar um veiculo, um navio, para poder alcançar terras inicialmente inalcançáveis.

As chaves quebráveis do primeiro game foram substituídas por conveniência por chaves fixas que abrem portas específicas, tornando o jogo mais simples nesse aspecto, evitando que o jogador seja forçado a carregar múltiplas unidades de chaves de modo a obstruir o inventario limitado.

Um mini game de tômbola fora adicionado ao jogo, que confere ao jogador itens dependendo do sucesso do mesmo, o mini game pode ser jogado ao custo de tickets ganhos como brinde ao comprar itens nas lojas.

Recepção

A versão do jogo para o Famicom foi um sucesso comercial no Japão, tendo vendido aproximadamente 2,4 milhões de cópias até 31 de março de 2003. Em 2006, leitores da Famitsu votaram no jogo como o 17º melhor jogo eletrônico de todos os tempos.

Notas

  1. ↑ Para evitar problemas legais com o jogo de RPG de mesa DragonQuest da TSR, Inc.

Referências

  1. ↑ Fabio Garcia. «A história de Dragon Quest». Editora Escala. Neo Tokyo (69)
  2. ↑ Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King
  3. ↑ Jogos de Interpretação e Educação
  4. ↑ «February 2, 2004 - February 4, 2004» (PDF). Square Enix. 9 de fevereiro de 2004. p. 27. Consultado em 14 de março de 2013
  5. ↑ Campbell, Colin (3 de março de 2006). «Japan Votes on All Time Top 100». Edge-Online.com. Consultado em 14 de março de 2013

Ligações externas