| Editora do Autor | |
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| Editora | |
| Fundação | 1960 |
| Fundador(es) | Fernando Sabino Rubem Braga Walter Acosta |
| Encerramento | 1966 |
| Sede | Rio de Janeiro |
| Produtos | Livros |
| Sucessora(s) | Editora Sabiá |
A Editora do Autor foi uma editora brasileira fundada em 1960 por Fernando Sabino em sociedade com Rubem Braga e Walter Acosta, cuja divisão, em 1966, deu origem à Editora Sabiá.
Em 1960, Sabino fizera uma viagem a Cuba, como correspondente do Jornal do Brasil, na comitiva de Jânio Quadros, eleito Presidente da República e ainda não empossado, fazendo então uma reportagem sobre a Revolução Cubana, A Revolução dos Jovens Iluminados, constante do livro com que inaugura a Editora do Autor. Na ocasião também são lançados Furacão sobre Cuba, de Jean-Paul Sartre (em que esteve presente ao acontecimento sua mulher, Simone de Beauvoir); Ai de ti, Copacabana, de Rubem Braga; O Cego de Ipanema, de Paulo Mendes Campos e Antologia Poética, de Vinicius de Moraes. Fernando Sabino lança o livro O Homem Nu pela nova editora.
Mediante um desentendimento entre os três diretores, houve uma divisão da editora, em 1966, e dois deles, Fernando Sabino e Rubem Braga, formaram uma nova editora, a Editora Sabiá, que iniciou sua produção em 1967.
Clarice Lispector era uma das autoras que publicou pela Editora do Autor e consequentemente pela Editora Sabiá. Outro sucesso da Editora do Autor foi O Apanhador no Campo de Centeio, que fora recusado pela Civilização Brasileira, e que Fernando Sabino considerou um “vencedor certo”. Como previsto por Sabino, o livro teve várias edições.