| Zeno Mainardi | |
|---|---|
| Nascimento | 24 de maio de 1935 Pindorama |
| Morte | 8 de agosto de 2020 São Paulo |
| Cidadania | Brasil |
| Filho(a)(s) | Diogo Mainardi |
| Ocupação | jornalista, escritor, poeta |
| Causa da morte | pneumonia, COVID-19 |
Enio Mainardi (Pindorama, 24 de maio de 1935 - São Paulo, 8 de agosto de 2020) foi um publicitário, jornalista e escritor brasileiro de ascendência italiana, pai do também escritor e jornalista Diogo Mainardi, do cineasta Vinícius Mainardi (falecido em abril de 2021), bem como de Zeno Mainardi.
Na década de 1970, Mainardi criou a agência de publicidade Proeme, responsável pelas campanhas publicitárias de marcas fortes, tais como Tostines, Jurema, Bonzo, Cica, Óleo Liza e Smirnoff.
Em 1989 fundou e presidiu a Mainardi Propaganda, vendida a Roberto Justus dez anos depois. Dentro do Grupo NewcommBates, Mainardi integrou a equipe de planejamento estratégico de comunicação e marketing.
Enio Mainardi lutava contra um câncer e morreu em decorrência de complicações da doença e com COVID-19.
Abertamente racista, em 1988 o publicitário deu uma entrevista (a uma reporter negra) na qual dizia que pessoalmente não utilizaria pessoas negras em seus comerciais, pois estes "desvalorizariam o produto anunciado". Em 1999, a Mainardi Propaganda, quando ainda sob seu comando, veiculou um outdoor em São Paulo sobre a violência urbana retratando um rapaz negro como criminoso, com os dizeres "Vamos desarmar os bandidos, não os cidadãos de bem".