| Feminejo | |
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| Origens estilísticas | Sertanejo Universitário |
| Contexto cultural | década de 2010, Brasil |
O feminejo é um rótulo midiático surgido na década de 2010 em referência à música sertaneja cantada por mulheres.
O gênero sertanejo era o mais popular no Brasil, sendo dominado por vozes masculinas na primeira metade daquela década. A partir da metade da década, aproximadamente, houve um aumento da representatividade feminina entre os hits sertanejos, e o termo surgiu em referência a este sucesso.
A partir de 2016,[carece de fontes] o termo surge midiaticamente e se populariza. Em 2021, o feminejo apareceu pela primeira vez no The New York Times, com a repercussão da morte da cantora, compositora e instrumentista Marília Mendonça. Sendo uma das maiores cantora da música sertaneja e conhecida nacionalmente como "Rainha da Sofrência", Marília não gostava desse rótulo feminejo e dizia: "sertanejo é sertanejo, não existe feminejo".
Maiara & Maraísa, Simone & Simaria, Naiara Azevedo, Paula Mattos, Paula Fernandes, Yasmin Santos e Lauana Prado são outros nomes associados ao rótulo. Inezita Barroso, Roberta Miranda, Sula Miranda, As Marcianas, e as irmãs Galvão foram grandes cantoras sertanejas anteriormente ao surgimento do termo.