Fernando Chiarelli

Fernando Chiarelli
Deputado Federal por São Paulo
Período14 de abril de 2009
até 31 de janeiro de 2011
Vereador de Ribeirão Preto
Período1 de janeiro de 1993
até 23 de agosto de 1995
Dados pessoais
Nome completoFernando Chiarelli
Nascimento21 de janeiro de 1957 (69 anos)
Ribeirão Preto, SP, Brasil
PartidoPDS (1980-1993)
PPR (1993-1995)
PP (1995-2003)
PTdoB (2003-2005)
PDT (2005-2007)
PTB (2007-2008)
PDT (2008-2011)
Avante (2011-2018)
Patriota (2018-2023)
PRD (2023-2025)
DC (atual)
ProfissãoProfessor

Fernando Chiarelli (Ribeirão Preto, 21 de janeiro de 1957) é um professor e político brasileiro, filiado ao Democracia Cristã (DC).

Foi vereador, deputado federal e candidato à prefeitura de Ribeirão Preto nas eleições de 2004, 2012 e 2020. Nas eleições municipais de 2020, Chiarelli teve o registro indeferido pela Justiça Eleitoral pelo não pagamento de uma multa referente a uma condenação em 2013. Entretanto, no dia 13 de novembro de 2020, dois dias antes das eleições, o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) aceitou a candidatura de Chiarelli à Prefeitura de Ribeirão Preto. Foi o terceiro candidato mais votado, com 27.511 votos, o equivalente a 10,9% dos votos válidos (ver Eleição municipal de Ribeirão Preto em 2020).

Em 2010, Fernando Chiarelli foi considerado um dos parlamentares com mais processos no STF na região Sudeste.

Nas eleições de 2006, ficou com a vaga de 2º suplente; após a morte de João Herrmann Neto, que era o primeiro suplente que assumiu a vaga do incumbente, Chiarelli assume o assento em 2009.

Em 2026, é pré-candidato ao governo de São Paulo[carece de fontes]?.

Controvérsias

Cassação

Em 1995, Chiarelli foi cassado por quebra de decoro. Em sua defesa, diz que durante a confusão generalizada após a votação que pretendia a venda da empresa de telefonia local CETERP para a espanhola Telefônica, foi agredido por pessoas que denominou como "jagunços do prefeito" .

Grande orador

Em suas campanhas para vereador, deputado federal e prefeito, Chiarelli foi comparado a grandes oradores, como João Cunha e Jânio Quadros. Ficou conhecido por sua participação em debates, nos quais, segundo ele, "não debatia, massacrava os pulhas".

Difamação

Durante as eleições de 2012, a candidata Darcy Vera ganhou duas vezes o direito de resposta contra Chiarelli, devido ao candidato ter, segundo a Justiça Eleitoral, proferido frases injuriosas e difamatórias sobre ela. Segundo decisões da Justiça Eleitoral, ele teria proferido frases consideradas injuriosas e difamatórias, referindo-se a ela como "Carminha mentirosa", "horrorosa" e "boca de cabrita".

Denúncias

Chiarelli afirma ter ajuizado e vencido cerca de 100 Ações Populares, que resultaram em condenações definitivas de diversos políticos, entre eles Antônio Palocci, Welson Gasparini, Baleia Rossi, Darcy Vera e Ricardo Silva, entre outros.

Na Operação Sevandija, de repercussão nacional, Chiarelli denunciou, em discursos públicos, um suposto esquema de corrupção envolvendo a prefeita, vereadores e secretários municipais de Ribeirão Preto.

Prisão

Em agosto de 2016, Chiarelli foi preso por crime eleitoral quando chegava à Câmara Municipal para participar da convenção do PTdoB. Segundo a Justiça, a prisão decorreu do fato de ter chamado a então prefeita Darcy Vera de "ladra irrecuperável".

Não ficou clara a razão de sua prisão, tendo sido recolhido ao presídio de Tremembé em um processo no qual, afirma, ter sequer sido ouvido. Enquanto esteve preso, por 15 dias, teve início a Operação Sevandija, ocasião em que o Ministério Público denunciou diversos agentes públicos por corrupção.

2026

Depois de alguns anos fora do Brasil, Chiarelli retorna à atividade política e anuncia sua pré-candidatura ao governo do Estado de São Paulo.

De personalidade irreverente, costuma se referir a seus adversários citando Lima Barreto: "Quando me julgo, pouco valho; quando me comparo... sou grande, gigante."

Referências

Ligações externas