A neutralidade deste artigo foi questionada. |
| Free Press | |
|---|---|
| Tipo | Política pública |
| Fundação | 2003 |
| Propósito | Promover políticas de mídia e comunicações de interesse público; realizar pesquisas sobre impactos do sistema de mídia nas políticas públicas; defender propriedade de mídia diversa e independente, mídia pública forte e acesso universal às comunicações. |
| Sede | Washington, D.C., |
| Co-CEO | Craig Aaron |
| Co-CEO | Jessica J. González |
| Empregados | 38 (2018) |
| Website | www |
Free Press é uma organização não governamental norte-americana, sediada em Washington, D.C., que atua na defesa de uma Internet aberta e de princípios de liberdade de imprensa. Foi criada em 2003 por Robert W. McChesney, John Nichols e Josh Silver [carece de fontes]. A organização afirma contar com centenas de milhares de apoiadores engajados em atividades como petições, reuniões com autoridades e envio de cartas a editores [carece de fontes].
A Free Press organiza a National Conference for Media Reform (NCMR), realizada nos Estados Unidos. O encontro reúne ativistas, jornalistas, pesquisadores, estudantes e cidadãos em debates sobre mídia, tecnologia e democracia.
Até 2013 foram realizadas seis edições, sendo a mais recente naquele ano, no Colorado. O evento contou com milhares de participantes e cerca de 300 palestrantes [carece de fontes].
Outras edições da conferência:
A Free Press atua em pautas relacionadas a liberdade de imprensa, neutralidade da rede e vigilância na Internet.
Em 14 de janeiro de 2014, a Corte de Apelações dos Estados Unidos para o Circuito do Distrito de Colúmbia derrubou regras anteriores da Comissão Federal de Comunicações (Federal Communications Commission, FCC) sobre Internet aberta. Em 15 de maio do mesmo ano, o então presidente da FCC, Tom Wheeler, aprovou proposta que permitiria priorização paga; a Free Press posicionou-se contra a medida, mobilizando campanha pública. Em 26 de fevereiro de 2015, a FCC reclassificou a banda larga sob o Título II da Lei das Comunicações de 1934, proibindo bloqueio, limitação de conteúdo legal e priorização paga.
Em 5 de junho de 2013, o jornal The Guardian noticiou ordem judicial que obrigava a Verizon a fornecer metadados de ligações à Agência de Segurança Nacional (NSA). No dia seguinte, o mesmo jornal revelou o PRISM, programa de vigilância em larga escala. [carece de fontes] O fundo Free Press Action Fund apoiou a coalizão Stop Watching Us, que promoveu petição pública e mobilização no Congresso [carece de fontes].
|arquivourl= é mal formado: flag (ajuda)|arquivourl= é mal formado: timestamp (ajuda)