| Future Shock | ||||
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| Choque do Futuro [PT] O Choque do Futuro [BR] | ||||
| Autor(es) | Alvin Toffler | |||
| Idioma | Inglês | |||
| País | ||||
| Editora | Bantam Books | |||
| Lançamento | 1970 | |||
| Edição portuguesa | ||||
| Tradução | Fernanda Pinto Rodrigues | |||
| Editora | Livros do Brasil | |||
| Lançamento | 1970 | |||
| Páginas | 535 | |||
| Edição brasileira | ||||
| Tradução | Marco Aurelio de Moura Matos | |||
| Editora | Artenova | |||
| Lançamento | 1972 | |||
| ISBN | 0-394-42586-3 | |||
| Cronologia | ||||
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O Choque do Futuro (no original Future Shock), e também conhecido com o título "Choque do Futuro: do Apocalipse à Esperança" é um livro escrito pelo sociólogo e futurólogo Alvin Toffler, em 1970. O livro surgiu de um artigo chamado "The Future as Way of Life" (O Futuro como Modo de Vida) na revista Horizon, edição de Verão de 1965. O livro já vendeu mais de 15 milhões de cópias e publicado em mais de 50 países.
Future Shock é também um termo para um determinado estado psicológico dos indivíduos e das sociedades inteiras, introduzido por Toffler em seu livro. Assim como os antropólogos estabeleceram o termo "choque cultural" para a experiência desconcertante de um homem exposto a um ambiente radicalmente diferente, o autor cunhou o termo "choque do futuro" para descrever "o estresse e a desorientação devastadores que induzimos nos indivíduos ao submetê-los a mudanças excessivas em um curto período de tempo".
Um documentário baseado no livro foi lançado em 1972, com Orson Welles como narrador.
Toffler argumenta que a sociedade está passando por uma enorme mudança estrutural, uma revolução de uma sociedade industrial para uma "sociedade super-industrial". Esta alteração, o ritmo acelerado da mudança tecnológica e social, irá sobrecarregar as pessoas, deixando-os desligados e sofrendo de "stress e desorientação" — futuro chocado. Toffler afirmou que a maioria dos problemas sociais eram sintomas do choque do futuro. Em sua discussão sobre os componentes de tal choque, ele também inventou a sobrecarga informativa.
Sua análise desse fenômeno é continuada em suas publicações posteriores, em especial A Terceira Onda (The Third Wave) e Powershift. Por isso alguns autores dizem que se trata de uma trilogia, iniciada por Choque do Futuro.
A canção de Curtis Mayfield intitulada "Future Shock", no álbum "Back to the World" teve o seu nome a partir deste livro, e por sua vez foi regravada por Herbie Hancock como a faixa-título para a sua gravação Future Shock de 1983. Esse álbum foi considerado inovador para a fusão de jazz e funk com música eletrônica. Darren Hayes repete a frase muitas vezes em sua canção "Me Myself And I". Pelo menos mais dois lançamentos foram nomeados relacionados ao livro: um álbum de 1981 por Gillan e um single de 1988 da banda Stratovarius.
Outros trabalhos, tendo o título do livro como referência incluem: o episódio de Futurama chamado "Future Stock"; um segmento do The Daily Show, estrelado por Samantha Bee; e um baralho pré-construído do jogo Magic: The Gathering.
A revista em quadrinho do Reino Unido chamada 2000 AD publicou uma série de contos chamado Choques Futuros com base neste conceito, alguns dos quais foram escritos por Alan Moore.