Depois de um longo período de composição usando a técnica do serialismo, Rochberg finalmente abandonou após a morte de seu filho adolescente em 1964, dizendo que o serialismo estava vazio de expressão emotiva e era inadequado para expressar seu pesar e sua raiva. Nos anos 70, ele tornou-se controverso pelo uso de passagens tonais em suas músicas. Seu uso da tonalidade tornou-se amplamente conhecido através do String Quartet No. 3 (1972) (Quarteto de Cordas No. 3), que inclui um conjunto inteiro de variações que são no estilo de Beethoven. Outro movimento do quarteto contém passagens que lembram a música de Gustav Mahler. Este uso da tonalidade fez com que os críticos o classificassem como um compositor neorromântico. Ele comparou atonalidade com arte abstrata e tonalismo como arte concreta e comparou sua evolução artística com Philip Guston, dizendo que "a tensão entre concretude e abstração" é uma problema fundamental para ambos (Rochberg, 1992). Sua música também foi descrita como pós-modernismo neoconservador (Brackett 2008, xviii).
Sobre os trabalhos compostos no início da sua carreira, a Sinfonia No. 2 (1955-56) destaca-se como uma completa composição serial por um compositor americano. Rochberg é talvez mais conhecido pelos seus String Quartets Nos. 3-6 (Quartetos de Cordas Nos. 3-6)(1972-78). Rochberg concebeu os Nos. 4-6 como um conjunto e nomeou-os "Concord Quartets" com o Concord String Quartet, que estreou e gravou as obras. O String Quartet No. 6 inclui um conjunto de variações do Canon in D, de Pachelbel.
Alguns de seus trabalhos forma colagens musicais de citações de outros compositores. "Contra Mortem et Tempus", por exemplo, contém passagens de Pierre Boulez, Luciano Berio, Edgard Varèse e Charles Ives.
Ensaios reunidos de Rochberg foram publicados pela Imprensa da Universidade de Michigan em 1984 como The Aesthetics of Survival. Uma edição revista e expandida (Rochberg, 2005), publicada logo após sua morte, recebeu um prêmio ASCAP Deems Taylor Award em 2006. Seleções das suas correspondências com o compositor canadense Istvan Anhalt foram publicadas em 2007 pela Imprensa da Universidade Wilfrid Laurier(Gillmor, 2007). Suas memórias, Five Lines, Four Spaces,, foram publicadas pela Imprensa da Universidade de Illinois em Maio de 2009 (Rochberg, 2009)
Obras
Palco
The Confidence Man, uma ópera em dois atos (1982); libretto por Gene Rochberg, baseado no romance de mesmo nome por Herman Melville
Orquestral
Symphonies
Symphony No. 1 (1948-57; revised 1977; 2003)
Symphony No. 2 (1955-56)
Symphony No. 3, para coro duplo, coro em câmara, solistas e grande orquestra (1966-69)
Symphony No. 4 (1976)
Symphony No. 5 (1984)
Symphony No. 6 (1986-87)
Cantio Sacra, para pequena orquestra (1954)
Cheltenham Concerto, para pequena orquestra (1958)
Imago Mundi, para grande orquestra (1973)
Night Music, para orquestra com cello solo (1948) (baseado mo 2° Movimento da Symphony No. 1)
Music for the Magic Theater, para pequena orquestra (1965-69)
Time-Span I (1960)
Time-Span II
Transcendental Variations, para orquestra de cordas (baseado no 3.º Movimento do Quarteto de Cordas No. 3)
Zodiac (A Circle of 12 Pieces), (1964-65) (orquestração para a obra para piano Twelve Bagatelles)
Concerti
Clarinet Concerto (1996)
Oboe Concerto (1983), escrito e estreado Joe Robinson
Brackett, John (2008). John Zorn: Tradition and Transgression. Bloomington: Indiana University Press. ISBN 978-0-253-22025-7.
Gillmor, Alan M. (2007). Eagle Minds: Selected Correspondence of Istvan Anhalt and George Rochberg (1961–2005). Waterloo, Ont.: Wilfrid Laurier University Press. ISBN978-1-55458-018-7
Rochberg (1992). Rochberg, George. "Guston and Me: Digression and Return." Contemporary Music Review 6 (2), 5–8.
Rochberg, George (2005). The Aesthetics of Survival: A Composer's View of Twentieth-Century Music Rev. and exp. ed. Ann Arbor: University of Michigan Press. ISBN978-0-472-03026-2
Rochberg, George (2009). Five Lines, Four Spaces. Urbana, Ill.: University of Illinois Press. ISBN978-0-252-03425-1