| Georges Rouault | |
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Georges Rouault vers 1920 | |
| Nascimento | Georges Henri Rouault 27 de maio de 1871 19.º arrondissement de Paris |
| Morte | 13 de fevereiro de 1958 (86 anos) 12.º arrondissement de Paris |
| Sepultamento | Cemitério de Saint-Louis |
| Cidadania | França |
| Filho(a)(s) | Geneviève Nouaille-Rouault |
| Alma mater |
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| Ocupação | curador, pintor, artista gráfico, ilustrador, ceramista, desenhista, aquarelista, designer, stage painter |
| Distinções |
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| Movimento estético | expressionismo, simbolismo, fauvismo |
Georges Henri Rouault (Paris, 27 de maio de 1871 — Paris, 13 de fevereiro de 1958) foi um pintor francês.

Filho de um marceneiro que trabalhava numa fábrica de pianos, Rouault nasceu num dia em que a Comuna de Paris estava a ser bombardeada pelas tropas francesas.
Os seus primeiros contactos com a arte deram-se na Escola de Artes Decorativas. Frequentava essa escola nos seus tempos livres, porque trabalhava como aprendiz no atelier de um mestre vidreiro.
Em 1890 matriculou-se na Escola das Belas Artes de Paris nas aulas dadas por Élie Delaunay. Com a morte de Delaunay, passou a ter aulas com Gustave Moreau que foi também professor de Matisse e de Marquet.
Rouault teve durante alguns tempos da sua vida o cargo de conservador do Museu Moreau.
Em 1908 casou-se com uma pianista de nome Marthe le Sidaner.
Em 1925 foi agraciado com o título de Cavaleiro da Legião de Honra como também já o fora Auguste Renoir.
Com a morte de Rouault o estado francês recebeu da família do artista cerca de oitocentas obras inacabadas.
A sua obra mais importante é, segundo alguns críticos, a série de pranchas que compõem a Miserere. Esta obra que devia ser constituída por 50 pranchas sobre Miserere e 50 pranchas sobre a guerra, acabou por ser formada só por 58 pranchas.