| Gerardo Diego | |
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Estátua de Gerardo Diego em Santander. | |
| Nascimento | 3 de outubro de 1896 |
| Morte | 8 de julho de 1987 (90 anos) |
| Nacionalidade | |
| Ocupação | Escritor |
| Prémios | Prémio Cervantes (1979) |
| Magnum opus | Poesia española (1901-1934) |
Gerardo Diego (Santander, 3 de Outubro de 1896 - Madri, 8 de Julho de 1987) foi um escritor espanhol, membro da Geração de 27.
Estudou filosofia e letras em Madri e foi catedrático de Literatura em Soria, Xixón, Santander e Madrid. Fundou as revistas Carmen e Lola, onde tinham trânsito os novos poetas vanguardistas.
Nas suas primeiras obras: Iniciales (1918), El romancero de la novia (1918) e Soria (1923), observa-se uma clara influência de autores como Gustavo Adolfo Bécquer, Juan Ramón Jiménez e Antonio Machado. Alondra de verdad (1941), formado por quarenta e dois sonetos escritos antes da guerra, pertence também à poesia tradicional.
A sua inclinação pela nova arte das vanguardas faz com que se inicie no ultraísmo e no criacionismo. A falta de sinais de pontuação, a disposição dos versos, os temas intranscedentes e as extraordinárias imagens caracterizam esta poesia, e destacam obras como Manual de espumas (1924) e Fábula de Equis y Zeda (1932).