| Hakai | |
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| 破戒 | |
| Japão 1948 • preto-e-branco • 99 min | |
| Gênero | drama |
| Direção | Keisuke Kinoshita |
| Produção | Koichiro Ogura |
| Roteiro | Eijirō Hisaita Tōson Shimazaki (romance) |
| Elenco | Ryō Ikebe Yōko Katsuragi Osamu Takizawa |
| Música | Chūji Kinoshita |
| Cinematografia | Hiroshi Kusuda |
| Edição | Hisashi Sagara |
| Companhia produtora | Shochiku |
| Distribuição | Shochiku |
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| Idioma | japonês |
Hakai (破戒; lit. mandamento quebrado) é um filme de drama japonês de 1948 dirigido por Keisuke Kinoshita, baseado no romance Hakai (破戒) de Tōson Shimazaki.
Segawa, um jovem professor que vive na zona rural do Japão durante a era Meiji, esconde as suas raízes burakumin, como prometeu ao seu pai, que esperava que o seu filho vivesse uma vida sem discriminação social. Sua promessa entra em conflito com seu desejo de confessar seu segredo a Oshiho, sua noiva. Kazama, mentor e futuro sogro de Segawa, proveniente de uma antiga família de samurais, acaba de ser forçado a se aposentar por razões monetárias, perdendo, assim, sua pensão. Depois de se encontrar com Inoko, uma proeminente escritora burakumin (que mais tarde é morta por um grupo de moradores), começam a se espalhar rumores sobre a descendência de Segawa. Pressionado numa reunião pública da cidade, ele finalmente revela a verdade. Com a maioria, incluindo Kazama, voltando-se contra ele, ele é forçado a renunciar do cargo de professsor. Ao deixar a cidade junto com Oshiho, que decidiu ficar ao seu lado, ele se despede de Tsuchiya, seu único e leal colega, e dos seus alunos.