| Halloween 5: The Revenge of Michael Myers | ||||
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| No Brasil | Halloween 5: A Vingança de Michael Myers | |||
| Em Portugal | Halloween V - A Vingança do Assassino | |||
| Estados Unidos 1989 • cor • 96 min | ||||
| Género | terror | |||
| Direção | Dominique Othenin-Girard | |||
| Produção | Ramsey Thomas Julia Ann | |||
| Roteiro | Michael Jacobs Dominique Othenin-Girard Shem Bitterma | |||
| Elenco | Donald Pleasence Danielle Harris Beau Starr Wendy Kaplan Tamara Glynn | |||
| Música | Alan Howarth | |||
| Cinematografia | Robert Draper | |||
| Edição | Charles Tetoni Jerry Brady | |||
| Companhia produtora | Magnum Pictures Inc. | |||
| Distribuição | Galaxy Release | |||
| Lançamento |
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| Idioma | inglês | |||
| Orçamento | US$ 5 milhões | |||
| Receita | US$ 11.642.254 | |||
| Cronologia | ||||
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Halloween 5: The Revenge of Michael Myers, ou simplesmente Halloween 5: The Revenge (bra: Halloween 5: A Vingança de Michael Myers; prt: Halloween V: A Vingança do Assassino) é um filme americano de 1989, do gênero slasher, produzido por Ramsey Thomas, e dirigido por Dominique Othenin-Girard. É estrelado por Donald Pleasence, que novamente interpreta o Dr. Sam Loomis, e Danielle Harris, que reprisou seu papel como Jamie Lloyd.
Um ano após os eventos do Halloween de 1988, a jovem Jamie Lloyd perde a fala e desenvolve uma ligação telepática com o tio demoníaco, Michael Myers. Quando o Dr. Sam Loomis percebe tal fenômeno, prepara uma armadilha para conseguir colocar um fim na história do assassino.
Após seu lançamento, o filme recebeu críticas mistas a negativas. No Rotten Tomatoes, tem 13% de aprovação com base em 24 avaliações dos críticos cinematográficos, com uma nota média de 3,59 / 10.
Stephen Holden, do The New York Times, escreveu que o filme é "mais do mesmo", mas o achou "um pouco mais refinado em seus detalhes do que os filmes de terror". Variety chamou-o de "muito estúpido e chato" e notou que a série se tornou "praticamente indistinguível dos filmes de Sexta-Feira 13". Richard Harrington, do Los Angeles Times, classificou-o como "um excelente exemplo de filme percursor à diminuição das reprises" e criticou Donald Pleasence por sua direção, embora achou que Danielle Harris foi "realmente muito boa em seu papel".