| Helena Matos | |
|---|---|
| Nascimento | 4 de junho de 1961 |
| Nacionalidade | Portuguesa |
| Alma mater | Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa |
| Ocupação | Jornalista, escritora, professora, consultora histórica |
| Período de atividade | desde a década de 1980 |
| Principais trabalhos | Salazar: A Construção do Mito Os Filhos do Zip Zip |
| Empregador(a) | Observador |
Helena Matos (4 de junho de 1961) é uma jornalista, escritora, consultora histórica e professora portuguesa. Escreve atualmente no jornal Observador, tendo antes colaborado em espaços de opinião do Público, da TVI24 e do Diário Económico. É também comentadora na CNN Portugal, canal que sucedeu à TVI24.
Autora de vários livros sobre o Estado Novo, é conhecida sobretudo pela biografia de António de Oliveira Salazar em dois volumes, dedicada à construção da imagem pública do ditador. Desde 2000 dedica-se igualmente à pesquisa histórica para séries de televisão e programas de rádio.
Licenciou-se em Estudos Portugueses pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Começou por ser professora de Latim e Português no ensino secundário, passando depois ao jornalismo.
Ao longo da carreira colaborou em espaços de opinião do Público, da TVI24 e do Diário Económico, tendo também feito comentário na Antena 1. À data da publicação do primeiro volume da sua biografia de Salazar, em 2003, integrava o Conselho Deontológico do Sindicato dos Jornalistas.
Escreve atualmente no Observador e é comentadora na CNN Portugal.
Desde 2000 realiza trabalho de pesquisa histórica para séries de televisão e programas de rádio. Foi consultora histórica das séries Conta-me Como Foi e Depois do Adeus, ambas da RTP.
Em maio de 2024, a fachada do edifício do Observador, em Lisboa, foi vandalizada por um grupo de pessoas encapuzadas. A ação foi reivindicada pelo grupo União Libertária, que numa publicação nas redes sociais apontou Helena Matos como sendo uma das vozes mais reacionárias da sociedade portuguesa. O jornal apresentou queixa à PSP.
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