Heloísa Prieto

Heloísa Prieto
Nome completoHeloisa Braz de Oliveira Prieto
Nascimento26 de agosto de 1954 (72 anos)
Nacionalidadebrasileira
Ocupaçãoescritora, pesquisadora cultural e tradutora
Principais trabalhosA Cidade dos DeitadosSeu livro A princesa que não queria aprender a ler ganhou o prêmio de Melhor Livro infantil da União Dos Escritores Brasileiros, e Mata ganhou o de Melhor Livro de Folclore. Ela ainda foi premiada com Melhor Livro De Lendas por O livro dos pássaros mágicos e foi uma das vencedoras de Melhor Livro Para Jovens Adultos por A Cidade dos Deitados pela Fundação Nacional do Livro, que também selecionou sua Andarilhas em 2016 para o Catálogo de Bolonha de Livros para Crianças e Jovens Leitores. Seu livro Lá Vem História já vendeu mais de 300 000 cópias e se tornou uma série de TV para crianças na TV Cultura.
Websitehttp://www.heloisaprieto.com/

Heloisa Braz de Oliveira Prieto (São Paulo, 26 de agosto de 1954) é uma escritora, pesquisadora cultural e tradutora brasileira, com mestrado em Comunicação e Semiótica e doutorado em Teoria da Literatura.

Sua obra publicada — mais de 70 livros entre contos e romances — abrange contos de fadas, fantasia, ficção e o relato de mitos e lendas indígenas. É mais conhecida como escritora de ficção para crianças e jovens adultos.

Carreira

Heloisa iniciou a carreira de escritora quando era ainda professora de jardim da infância na Escola da Vila, em São Paulo.

Sua série Mano, em coautoria com o jornalista Gilberto Dimenstein, inspirou o filme As melhores coisas do mundo, dirigido por Laís Bodanzky, que ganhou o prêmio de Melhor Filme para Crianças e Jovens em 2011, o Festival Internacional de Cinema para Crianças e Jovens Adultos (FICI), em Madrid, Espanha.

Além de sua obra, também pesquisa mitos e lendas antigas e modernas, organiza e faz a curadoria de coleções de interesse transcultural, e cria e organiza oficinas de escrita criativa para crianças, adolescentes e adultos. É mentora de jovens escritores e coloca especial ênfase no apoio de talentos artísticos e literários dos povos indígenas.

Premiações

Seu livro A princesa que não queria aprender a ler ganhou o prêmio de Melhor Livro infantil da União Dos Escritores Brasileiros, e Mata ganhou o de Melhor Livro de Folclore. Também foi premiada com Melhor Livro De Lendas por O livro dos pássaros mágicos e foi uma das vencedoras de Melhor Livro Para Jovens Adultos por A Cidade dos Deitados pela Fundação Nacional do Livro, que também selecionou sua Andarilhas em 2016 para o Catálogo de Bolonha de Livros para Crianças e Jovens Leitores. Seu livro Lá Vem História já vendeu mais de 300 mil cópias e se tornou uma série de TV para crianças na TV Cultura.

Obras selecionadas

Referências

  1. 1 2 Carvalho, Gisleine; Cristiane, Yamamoto (2 de agosto de 2014). «Folclore na literatura - Educar para Crescer». Consultado em 14 de setembro de 2018. Arquivado do original em 4 de setembro de 2016
  2. ↑ «Escritora Heloisa Prieto participa de encontro em Passo Fundo - clicRBS Passo Fundo». clicRBS - Passo Fundo. 11 de agosto de 2010. Consultado em 14 de setembro de 2018
  3. ↑ «Heloisa Prieto - Grupo Companhia das Letras». Companhia das Letras. Consultado em 14 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 2 de julho de 2022
  4. ↑ «The Best Things in the World». American Film Institute. Consultado em 14 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 17 de junho de 2018
  5. ↑ Madeira, Cauê (21 de setembro de 2011). «Heloísa Prieto: a busca pelo narrador interno de cada um». Biblioteca de São Paulo. Consultado em 14 de setembro de 2018. Cópia arquivada em 20 de setembro de 2020

| estado=