| Henrique Pongetti | |
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| Nascimento | |
| Morte | |
| Nacionalidade | brasileira |
| Cônjuge | Zilma Horta de Araújo (c.1925-1927) Ida Teresa Rossi |
| Ocupação | Jornalista e dramaturgo |
Henrique Pongetti (Juiz de Fora, 18 de janeiro de 1898 — Rio de Janeiro, 9 de setembro de 1979) foi um jornalista e dramaturgo brasileiro.
Filho dos imigrantes italianos Ruggero Pongetti e Marianna Feltrini, ainda bebê mudou-se com os pais para Petrópolis, onde nasceram seus irmãos Ruggero Jr. e Rodolfo, importantes editores de livros de meados do século XX.
Em 1920 começou a carreira de jornalista, escrevendo para o jornal Tribuna de Petrópolis. Logo depois foi para o Rio de Janeiro, onde escreveu sua primeira peça teatral, A Noite Mil e Dois, que foi musicada por Antonio Lago, o pai de Mário Lago.
Escreveu para grandes atores como Procópio Ferreira, Manuel Pêra, Raul Roulien e Jaime Costa, nas décadas de 1940 e 1950. Foi também responsável pelos roteiros dos filmes Grito da Mocidade e Favela dos Meus Amores, esse último dirigido por Humberto Mauro.
Assinou por trinta anos uma coluna com uma crônica diária no jornal O Globo, e dirigiu a revista Radiolândia. A pedido de Adolfo Bloch, criou a Manchete ao lado de Raimundo Magalhães Júnior e Pedro Bloch.
Seu maior sucesso no teatro aconteceu em 1962, com o espetáculo Society em Baby Doll, estrelado por Tônia Carrero. O filme teve uma adaptação cinematográfica em 1965, que marcou a estreia da atriz Marieta Severo.