| Ian Ramil | |
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| Informações gerais | |
| Nascimento | , Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Brasil |
| Gênero | Indie rock |
| Afiliações | Vitor Ramil, Kleiton e Kledir |
| Página oficial | http://www.ianramil.com/ |
Ian Ramil (Porto Alegre, 3 de setembro de 1985) é um cantor, compositor e produtor musical brasileiro. Filho do também compositor Vitor Ramil, e sobrinho da dupla Kleiton e Kledir. Em 2016, receber o Grammy Latino de Melhor Álbum Brasileiro de Rock, por Derivacivilização.
Ian Ramil é membro de uma família musical multi-instrumentista, que toca desde os instrumentos mais tradicionais (violão e violino) a outros nem tanto (como harmônio, saz e sopapo).
Ian estudou Artes Cênica na UFRGS e fez Formação de Atores e Estilos Cênicos no TEPA, tendo trabalhado como ator e diretor entre 2005 e 2011. Seu primeiro álbum foi lançado em 2014, tendo recebido o Prêmio da Associação paulista de Críticos de Arte (APCA) como artista revelação. No ano seguinte, lançou “Derivacivilização”, que ganhou o Grammy Latino de Melhor Disco de Rock em 2016. “Tetein” (2023) foi inspirado no nascimento de sua filha.
Em entrevista à Rolling Stone Brasil, comentou sobre a construção de “Derivacivilização”:
| “ | “a relação da pessoa com o urbano. Estava pensando nessa situação de histeria pelo excesso de informação. Esse sufocamento das cidades que sentimos todo dia na pele. Existe um vazio um enorme que parece nunca ser preenchido. E estamos sempre tentando preenchê-lo.” | ” |
— Ian Ramil | ||
Ian é parceiro de longa data do Apanhador Só, onde participa entre outras vezes como compositor no álbum deles Antes que Tu Conte Outra. Também se apresentou com a família em um show intitulado “Casa Ramil" (produzido por Branca Ramil) nos anos de 2018 e 2019; lançado em CD, pela Biscoito Fino, em agosto de 2023.
Influenciado pelos Beatles, Nirvana e Radiohead, Ian Ramil faz um som com canções são bonitas, redondas, fluidas, de ar folk. Onde contém mudanças de ritmo repentinas e timbres inusuais. Entre o pop e o experimental. -- Leonardo Lichote, para O Globo
Em 39 minutos, intensidade e leveza convivem de forma harmônica, criando espaço para aconchego e surpresa. A estranheza que envolve o repúdio ao machismo e a uma série de preconceitos de “Mil pares” é colocada lado a lado com a singeleza de “Bichinho”; “Cantiga de Nina”, canção de ninar, que é aberta por um solo de fagote, dialoga com a frieza da crítica à escravidão tecnológica de “Homem-bomba”. -- Jorge LZ, para o Itaú Cultural
Ian Ramil tem uma filha, Nina, nascida em 2017.