Israel Pedrosa

Israel Pedrosa
Israel Pedrosa. Foto: Luciano Bonuccelli
Nome completoIsrael Alves Pedrosa
Nascimento18 de abril de 1926
Manhumirim, MG
Morte7 de fevereiro de 2016 (89 anos)
Niterói, RJ
NacionalidadeBrasileiro
OcupaçãoPintor e escritor
Principais trabalhosDa cor à cor inexistente
PrémiosPrêmio Thomas Mann, conferido pela Embaixada da República Federal da Alemanha

Prêmio Destaque Hílton de PIntura Colar do Mérito Universitário, conferido pela UFF em 2015;

Entre outros prêmios, honrarias e homenagens.
Websitewww.israelpedrosa.com.br

Israel Pedrosa (Manhumirim, 18 de abril de 1926 - Niterói, Rio de Janeiro, 7 de fevereiro de 2016) foi um pintor, pesquisador, professor universitário, escritor e livreiro brasileiro.

Também foi Sócio Honorário da Associação Brasileira de Críticos de Arte (ABCA), foi aluno de Candido Portinari, cursou a École Nationale Supérieure des Beaux-Arts, em Paris (1948-50) e foi fundador da cadeira de história da arte na Universidade Federal Fluminense (UFF), em 1963. Após 16 anos de estudos sobre a refração cromática, revelou em 1966 o Domínio da Cor Inexistente. Em 1986, foi consultor ad hoc do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

É autor dos livros Da Cor à Cor Inexistente (1977) e O Universo da Cor (2003), ambos pela Editora Senac Nacional; do texto básico para o livro Portinari – Coleção Grandes Pintores Brasileiros – volume 4, Folha de S.Paulo: Instituto Itaú Cultural; dos textos dos Catálogos das Exposições dos painéis Guerra e Paz, de Portinari – que ilustram o edifício-sede da ONU, em Nova York –, realizadas no Teatro Municipal do Rio de Janeiro (2010), no Memorial da América Latina (São Paulo, 2012), no Teatro Brasil (Belo Horizonte, 2013) e no Salon d’Honneur, no Grand Palais (Paris, 2014). Foi o criador da marca da Universidade Federal Fluminense.

Possui trabalhos nos acervos do Museu Nacional de Belas-Artes, do Museu de Arte do Rio de Janeiro (MAR), dos Museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo, do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubiand (MASP) e do Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (MAB-FAAP). Há mais de vinte anos iniciou a pintura das réplicas retratadas neste volume, que ilustrarão o seu livro Dez Aulas Magistrais.

Pedrosa escreveu um best seller sobre a teoria das cores, que se chama: Da Cor à Cor Inexistente.

Discípulo de Ferrucio Dami e Candido Portinari (de quem foi colaborador), formou-se na Escola Superior de Belas-Artes de Paris.

Exposições coletivas

Publicações

Ligações externas

Notas e referências

Notas

  1. ↑ O biografado nasceu no antigo distrito de Presidente Soares, em Manhumirim, que décadas depois se emanciparia com o nome de Alto Jequitibá.

Referências

  1. 1 2 Pro Arte Galeria. «Israel Pedrosa». Consultado em 23 de março de 2013
  2. ↑ Guia das Artes. «Israel Pedrosa». guiadasartes.com.br. Consultado em 17 de setembro de 2019
  3. ↑ AYALA, Walmir (org.). Dicionário brasileiro de artistas plásticos. Brasília: MEC / INL, 1980. v.4: Q a Z.
  4. ↑ UFF (2024). «Apresentação Iacs/UFF» (PDF). Iacs/UFF. Consultado em 28 de janeiro de 2025
  5. ↑ Jacob Klintowitz (11 de agosto de 2017). «Israel Pedrosa: breve notícia sobre o sonho do sonhador». Agulha Revista de Cultura
  6. ↑ Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro. «As cores e os livros». Consultado em 23 de março de 2013
  7. ↑ Enciclopedia Itaú Cultural (30 de agosto de 2019). «Israel Pedrosa». Itaú. Consultado em 17 de setembro de 2019
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